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Júlio Resende: “Dá-me azia a ideia negativa sobre a máquina. Tenho amigos que viveram melhor por causa do pacemaker” [VÍDEO]

Em entrevista, o músico português, que acaba de lançar o álbum “Cinderella Cyborg”, fala sobre a dualidade homem/máquina que inspirou o disco

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

Com um novo álbum, “Cinderella Cyborg”, nas lojas, Júlio Resende passou pela BLITZ para falar sobre aquilo que inspirou este trabalho mais recente - a dualidade, não necessariamente negativa, entre homem e máquina - e muito mais.

Veja-o, no vídeo acima, a explicar por que razão considera que as máquinas são habitualmente 'injustiçadas'. “Tenho amigos que viveram melhor por causa do pacemaker, são eles o cyborg perfeito”.

Em breve, poderá ler, aqui na BLITZ, a entrevista completa com Júlio Resende, na qual o pianista e compositor aborda o trabalho com Salvador Sobral, a sua relação com o piano e ainda a colaboração com Caetano Veloso, na Final da Eurovisão.