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A reação de Donald Trump à “traição” de Taylor Swift

A cantora mostrou publicamente o seu apoio a dois candidatos do Partido Democrata

Taylor Swift mostrou esta semana o seu apoio a dois candidatos do Partido Democrata, a primeira vez que revelou publicamente as suas posições políticas.

A cantora afirmou, nas redes sociais, que votou e votará sempre "nos candidatos que protegem e lutam pelos direitos humanos que acredito que todos merecemos ter neste país".

"Acredito na luta pelos direitos dos LGBTQ, e que qualquer forma de discriminação baseada na orientação sexual ou no género é errada. Acredito que o racismo sistémico que ainda vemos neste país para com pessoas de cor é assustador e doentio", acrescentou.

Apesar de ter sido bastante elogiada por se posicionar publicamente, Swift também não escapou às críticas - nomeadamente por parte do Partido Republicano e de outros setores da extrema-direita.

Alguns neo-nazis norte-americanos, que viam em Taylor Swift uma "deusa ariana", consideram estas declarações recentes uma "traição", ao passo que outros afirmam que a cantora se deveria dedicar apenas à música.

Uma das vozes críticas foi a do próprio presidente dos EUA, Donald Trump, que disse gostar agora "menos 25%" da música de Swift.