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Demi Lovato com 17 anos

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Demi Lovato: “A primeira vez que experimentei cocaína tinha 17 anos e trabalhava na Disney”

No documentário “Simply Complicated”, a cantora norte-americana, que ontem sofreu uma overdose, fala abertamente sobre vários problemas da sua vida pessoal e diz ter tido em Amy Winehouse um modelo a seguir

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

No documentário “Simply Complicated”, Demi Lovato, que ontem foi internada após uma aparente overdose, fala abertamente sobre os problemas que tem tido com o consumo de droga, álcool e bulimia.

A jovem cantora e atriz, que em agosto celebrará 26 primaveras, começou a cantar quando, ainda em criança, participava em concursos de beleza. Depois das primeiras experiências em televisão, também a sua carreira musical descolou, tendo andado em digressão com os Jonas Brothers e a solo, quando era adolescente.

“Olhando para trás, percebo que era muita coisa para qualquer pessoa, quanto mais para uma miúda”, diz Demi Lovato no documentário.

Quanto ao consumo de estupefacientes, a norte-americana recorda que, quando tomou cocaína pela primeira vez, tinha 17 anos e trabalhava no Disney Channel.

“Tive medo, porque a minha mãe sempre me disse que o coração podia explodir, mas tomei na mesma e adorei. Sentia-me fora de controlo”, recorda. “O meu pai era toxicodependente e alcoólico e acho que sempre tentei perceber o que ele encontrava nas drogas e no álcool, porque ele trocou a família por isso”.

Demi Lovato, que em junho se estreou ao vivo em Portugal, confessa ainda que sempre teve um “fascínio” pela morte e pensamentos muito negros. Aos 18 anos, foi-lhe diagnosticada doença bipolar.

Pouco depois, tentou reabilitar-se do consumo de drogas, mas continuava a consumir às escondidas. “Certa noite, tomei muita coca e uns Xanax e senti o meu coração a acelerar. Pensei que pudesse estar a ter uma overdose”.

Quanto à sua relação com o corpo, a artista lembra que um dos seus modelos de elegância era Amy Winehouse. “Queria ser magra como ela, cantar como ela, ser como ela”.

Pode ver aqui o documentário.