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Taylor Swift

Depois de acusada de votar em Trump e de ser uma “supremacista branca”, Taylor Swift apoia protestos contra uso de armas

Artista norte-americana, que raramente toma posições políticas, anunciou que contribuiu com uma doação para o movimento “March For Our Lives”

Taylor Swift raramente verbaliza as suas opiniões políticas, mas anunciou que vai contribuir com uma doação para o movimento "March For Our Lives", que este fim de semana levou centenas de milhares de pessoas às ruas, nos Estados Unidos, em protesto contra o pouco controlo do uso de armas de fogo.

"Ninguém deve ir para a escola com medo de violência com armas", escreveu a artista numa mensagem partilhada no Instagram, referindo-se aos massacres em escolas que motivaram os protestos, "ou para uma discoteca. Ou para um concerto. Ou para uma sala de cinema. Ou para a sua igreja".

Apesar de não confirmar quanto dinheiro tinha doado, Swift acrescentou: "já fiz a minha doação para mostrar o meu apoio aos estudantes, para a campanha 'March For Our Lives', por todos os que foram afetados por estas tragédias e para apoiar a reforma das leis de uso de armas".

"Estou muito comovida com os estudantes da Escola Secundária de Parkland, com a faculdade, com todas as famílias e amigos da vítimas que deram a sua voz para tentar prevenir que isto aconteça novamente", concluiu.

Recorde-se que Swift tem sido criticada por não verbalizar as suas posições políticas, tendo sido "acusada" de votar em Donald Trump e de ser uma "supremacista branca". A artista foi também criticada por não se ter ter juntado à Marcha das Mulheres, manifestação que teve como intuito promover os direitos das mulheres, entre outras causas.

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