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Tozé Brito: "Abomino qualquer pessoa que pratique o plágio. É roubo, dá direito a prisão. Mas se o tribunal disser que não é..." [VÍDEO]

Em entrevista à BLITZ, Tozé Brito clarifica a sua posição e a da Sociedade Portuguesa de Autores, da qual é administrador, em relação ao plágio na música

Rita Carmo

Rita Carmo

Fotojornalista

Tozé Brito esclarece, em entrevista à BLITZ, a sua posição em relação ao plágio na música e faz coincidir o que defende com a conduta da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), da qual é administrador.

"[O plágio na música] é absolutamente criminoso, fica dito para que não haja confusões", afirma Tozé Brito. "Mas tem que ser um juiz a tomar essa decisão. Eu só posso esperar pela decisão do tribunal", acrescenta. "Como autor, abomino qualquer pessoa que pratique o plágio. É roubo, dá direito a prisão. Mas se o tribunal disser que não é, estamos com um problema muito complicado", remata o também músico.

Esta clarificação surge na sequência da entrevista de Rui Veloso a Rui Unas, divulgada na passada semana, na qual o artista portuense critica a posição da SPA em torno dos alegados plágios de Diogo Piçarra e Tony Carreira. "Só há plágio quando uma obra não tem identidade própria e não quando uma canção é parecida com outra?", questionou Veloso, citando a posição expressa anteriormente por Tozé Brito. "Será que estou a ser estúpido ou não estou a perceber o que se passa?", atirou.

Recorde-se que nesta nova entrevista à BLITZ Tozé Brito afirma que já respondeu a Rui Veloso e que marcou um encontro com o músico. "O Rui disse o que queria dizer, sem filtros, não estarei de acordo com muito do que diz, mas compreendo a frustração dele", diz num vídeo que já publicámos.