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They're Heading West: 'Há americanos que, quando dizemos que fizemos a costa oeste toda, ficam espantados'

A banda portuguesa, que este ano lançou o primeiro álbum, falou à BLITZ sobre as suas digressões pelos Estados Unidos. (Corrigido)

Os portugueses They're Heading West, que este ano lançaram o primeiro álbum, são uma das bandas entrevistadas (e fotografadas) na BLITZ de janeiro, já nas bancas (capa: Coldplay). Francisca Cortesão e Mariana Ricardo, ambas cantoras e compositoras do grupo, falaram à BLITZ sobre as duas digressões pelos Estados Unidos que os They're Heading West fizeram nos últimos anos, atuando em clubes, pequenas salas de espetáculos ou mesmo casas privadas. Veja aqui parte da entrevista com os They're Heading West.

Espécie de pátria espiritual da música que fazem, a América do Norte, onde já desembarcaram duas vezes, continua a estar no horizonte dos They're Heading West. Na última visita, em 2014, as atuações mais memoráveis aconteceram em casas: em São Francisco, "na casa de uns tipos que transformaram aquilo em sala de concertos com a melhor acústica do mundo inteiro", elogia Mariana Ricardo, ou em Olympia, "numa casa coletiva com uma data de putos e uma senhora que tomava conta deles, ou eles conta dela", acrescenta Francisca Cortesão. A típica informalidade dos norte-americanos, velozes a meter conversa com os forasteiros ("Se fores do Texas dá conversa, se fores de Portugal também dá"), deu origem a curiosos diálogos: "Há pessoas que, quando dizemos que fizemos a costa oeste toda, ficam espantados: eu vivo aqui e nunca saí do meu estado, e vocês são de Portugal e já fizeram a costa toda!", conta Mariana Ricardo.

Com a preciosa ajuda da internet, os They're Heading West foram fazendo contactos e sido brindados com mimosas surpresas: "Há coisas esquisitas que acontecem com a net: alguém nos Estados Unidos fez um literal vídeo da [canção] "Future Me" e o Olympia, [álbum] de Minta, saiu em cassete em Filadélfia, numa editora minúscula, que nos descobriu na net. Se não fosse esse mundo, não tínhamos sequer ido tocar aos Estados Unidos", acredita Francisca Cortesão. A entrevista completa está na BLITZ de janeiro, já nas bancas, com um CD grátis de Manuel João Vieira.