Blitz

Uma parceria com o jornal EXPRESSO

siga-nos

Perfil

Notícias

Super Bock Super Rock: Savages trazem o rock (e muita música nova) à cidade

Num palco minimalista, o quarteto londrino deu tudo o que tinha e foi recompensado com uma multidão entusiasta.

Savages
1 / 23

Savages

Savages
2 / 23

Savages

Savages
3 / 23

Savages

Savages
4 / 23

Savages

Savages
5 / 23

Savages

Savages
6 / 23

Savages

Savages
7 / 23

Savages

Savages
8 / 23

Savages

Savages
9 / 23

Savages

Savages
10 / 23

Savages

Savages
11 / 23

Savages

Savages
12 / 23

Savages

Savages
13 / 23

Savages

Savages
14 / 23

Savages

Savages
15 / 23

Savages

Savages
16 / 23

Savages

Savages
17 / 23

Savages

Savages
18 / 23

Savages

Savages
19 / 23

Savages

Savages
20 / 23

Savages

Savages
21 / 23

Savages

Savages
22 / 23

Savages

Savages
23 / 23

Savages

As Savages são um furacão em palco. Não é novidade. Esta noite, no palco EDP, aproveitaram ao máximo uma acústica que tem sido pouco favorável a outros artistas, e deram um concerto forte em música nova e elétrico até ao tutano.

Num palco minimalista, com jogo de sombras, preto no branco, Jehnny Beth e companhia deram início às hostilidades com uma dupla de canções que pode bem resumir a totalidade da atuação: um dos momentos mais incansáveis do álbum de estreia, "City's Full", e a novidade "I Need Something New", com bateria em modo batimento cardíaco e a voz a prolongar-se no guincho da guitarra.

"Olá a todos. É bom estar de volta. Sentimos a vossa falta", comunicou a vocalista, que, mais tarde, teceria rasgados elogios ao público português ("Amanhã tocamos em Inglaterra. Eles não conseguem competir com vocês"). E com o espaço por baixo da pala do Pavilhão de Portugal bastante bem composto, seguiu com mais música nova e logo de seguida o trovejar das guitarras de "Shut Up", ampliado pelo eco da pala. Sim, o rock desceu finalmente à cidade neste segundo dia de Super Bock Super Rock.

Os temas de Silence Yourself continuaram a entrecruzar-se com canções novas, entre as quais se destacaram "Sad Person", rock bem musculado, e "Slowing Down the World", o mais próximo de balada que o quarteto consegue fazer.

A intensidade de "Hit Me" e "You Must Feed Me" levaram Beth a descer para perto do público e exigir "mais ação" ali. Do local onde nos encontrávamos, era impossível observar o que se passou, mas, certamente, teve o que queria, ou não fosse "Hit Me" uma das canções mais fortes de Silence Yourself.

Texto: Mário Rui Vieira

Fotos: Rita Carmo/Espanta Espíritos