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Super Bock Super Rock: Noel Gallagher brindou aos fãs portugueses com Champagne Supernova

Na mesma sala onde os Oasis tocaram em 2009, Noel Gallagher apresentou várias canções do seu trajeto a solo e alguns êxitos da banda de Manchester, para gáudio do público.

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Na mesma sala onde, em 2009, vimos os Oasis em concerto, Noel Gallagher apresentou-se esta noite a solo, enquanto líder de um quinteto capaz, cuja competência a acústica da Meo Arena nem sempre soube traduzir. Chasing Yesterday é o mais recente trabalho em nome próprio de metade da "alma" dos Oasis, e as subtilezas psicadélicas que encontrámos em algumas canções do disco não foram, também, facilmente percetíveis no emaranhado de som que saía das colunas do palco Super Bock. Com a plateia do pavilhão sensivelmente a meio, Noel Gallagher demorou a falar aos fãs, mas estes corresponderam sempre a cada gesto do seu herói. Não é só simpatia pela figura que estes admiradores (muitos deles britânicos) nutrem; há muito quem cante as letras de "Lock All The Doors", "Dream On", "Riverman" (servida por instrumentos de sopros, e a lembrar-nos, pelo ambiente sombrio, o saudoso álbum Lost Souls, dos também ingleses Doves) ou "You Know We Can't Come Back". Mas é quando Noel Gallagher regressa ao repertório dos Oasis e repesca "Champagne Supernova", "Whatever", "Masterplan" e, mesmo a fechar, "Don't Look Back in Anger", que a Meo Arena se transforma num espaço de comunhão. A plenos pulmões, ingleses e portugueses deixam-se embalar pela nostalgia e, com espirais coloridas a girar nos ecrãs gigantes, regressamos todos aos anos 90, em que estas canções tinham presença garantida nas rádios e ninguém parecia importar-se. "Yeah, boy!", exclama excitado um fã britânico atrás de nós. E a aprovação parece ter sido, junto dos seus admiradores, consensual.

Texto: Lia Pereira 

Fotos de: Rita Carmo/Espanta Espíritos