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Sam Smith: 'Vendo discos em sítios onde os homossexuais são mortos'

O cantor diz estar pronto para ser visto como representante da comunidade homossexual.

Sam Smith disse, recentemente, que o facto de vender discos em países onde homossexuais são mortos é algo importante para si, explicando o porquê: "pode ser que haja uma pessoa nesse país que ouça o meu álbum, perceba que foi feito por um artista gay, e mude de opinião acerca [dos homossexuais]", contou. O cantor mostra, ainda, desejo de ser um "representante da comunidade gay", acrescentando, "saí do armário quando tinha dez anos, e não há nada na minha vida de que me orgulhe mais". Confrontado com a ideia de que In The Lonely Hour, o seu álbum de estreia, tornou-se um sinónimo para tristeza, Sam Smith admitiu que este sentimento está presente na sua vida desde criança. "Sou uma pessoa vulnerável e sensível, e tremendamente autoconsciente de tudo na minha vida - é o que me mantém os pés no chão. Se assim não fosse, seria um idiota. Estou grato pela minha tristeza", confessou.