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Royal Blood sobre a razão do seu sucesso: 'Ainda estou para saber'

Em entrevista à BLITZ de abril, já nas bancas, Mike Kerr mostra-se surpreendido com o êxito da banda que na passada quinta-feira encheu o Coliseu de Lisboa.

Mike Kerr, vocalista e baixista dos Royal Blood, é um dos entrevistados da BLITZ de abril (capa: Sonic Youth), já nas bancas. O músico inglês, metade da dupla que na passada quinta-feira encheu o Coliseu de Lisboa, comentou nesta conversa o sucesso dos Royal Blood, além de questões como a pertinência do negócio do streaming de música.
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Veja aqui um pequeno excerto da entrevista de Mike Kerr à BLITZ nº 106.

Há dez anos, os Arctic Monkeys editavam o seu primeiro single pela independente Domino, eles que partilham com os Royal Blood o país, o management e até a rapidez com a qual conquistaram o público. Dez anos, dez letras no nome, dez canções no disco; a simetria é notável. E, tal como com a banda de Sheffield, a internet desempenhou um papel importante na vida dos Royal Blood - e, sobretudo, no seu crescimento. O passa-palavra no Facebook e em fóruns na web certamente ajudou à popularidade, e numa altura em que se discute se o streaming beneficia ou prejudica os artistas, após tanto Taylor Swift como Björk terem retirado os seus trabalhos do Spotify, Kerr não parece particularmente preocupado com esse lado da tecnologia. "É óbvio que, para um artista, o streaming não é bom porque não fazes tanto dinheiro. Mas era algo inevitável, dada a velocidade a que a tecnologia evoluiu", comenta. "Há muita música que eu não teria descoberto se não fosse o streaming. Hoje em dia, a música está disponível para toda a gente. Que há de mau nisso?". Kerr vai mais longe e acrescenta que "qualquer músico que se queixe por não estar a fazer dinheiro suficiente não deveria, à partida, estar a fazer música pelo dinheiro".

Mesmo com todos os motivos que ajudam a explicar esta ascensão do duo, Mike Kerr é perentório: não sabe ainda como responder à questão que todos lhe fazem, a de como se tornaram os Royal Blood tão gigantes da noite para o dia. Olhando para trás é mais fácil, comenta. "Quando surgimos, não havia mais nenhuma banda rock a fazer aquilo que estamos a fazer. Talvez isso tenha tido o seu peso", diz. "Desde sempre que o grande público tem sede de música rock. Por alguma razão, aquilo que nós fazemos ressoou. Porquê? Ainda estou para saber". Para ler na íntegra a entrevista com os Royal Blood, consulte a BLITZ de abril.