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O Tinder está a matar a música ao vivo, diz promotor de espetáculos australiano

O dono de um bar em Melbourne que também recebe concertos defende que a aplicação de encontros está a ser prejudicial para o negócio.

Um promotor de espetáculos australiano, dono do Cherry Bar em Melbourne, defende que a aplicação de encontros Tinder e outras redes sociais estão a matar a música ao vivo. James Young escreveu na página do seu clube: "os jovens já não vão aos clubes e pubs para engatar. Em vez disso, pegam nos telefones". 

"O Tinder está a matar os clubes e os bares em Melbourne e em toda a Austrália", continua o promotor, "e quando eles têm o primeiro encontro, tentar impressionar o outro com jantares finos e não espetáculos barulhentos. Digo-vos, o Tinder tem muita culpa. Não está fácil para os donos de clubes. São tempos negros. Temos de afastar os jovens dos seus telefones e trazê-los de volta aos nossos bares para socializarem a sério ou vamos ficar sem negócio" 

Young também culpa os serviços de streaming televisivo: "outro 'fator' que contribui para a queda de público nos bares em 2015 em Melbourne é o Netflix. Ver séries de TV é visto como um entretenimento acessível e recompensador. A música ao vivo pode ficar cara".