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O Sol da Caparica: Vitorino canta José Afonso, Tim relembra tempos de juventude

Vitorino misturou na Caparica música portuguesa e ritmos cubanos num concerto que recordou um dos maiores artistas nacionais, enquanto Tim escavou na memória algumas das suas experiências de juventude.

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Ouvir temas de Zeca Afonso como "A Morte Saiu à Rua" e "Traz Outro Amigo Também" na voz de Vitorino e no ritmo dos Son Habanero, coletivo cubano que acompanhou o músico alentejano na sua atuação n'O Sol da Caparica, fez todo o sentido. Ou não fosse o homem de "O Que Faz Falta" um dos maiores defensores da miscigenação musical. Aliás, foi das suas vivências em Angola e Moçambique que o cantautor aveirense trouxe grande parte da inspiração africana de algumas das suas músicas, o que leva a que as versões interpretadas por Vitorino sirvam também de homenagem a essa vontade de cruzar povos e culturas. "Fado Alexandrino" e "Fado da Prostituta da Rua de Santo António da Glória" foram duas das músicas do repertório de Vitorino que marcaram presença no alinhamento. Totalista nos três dias de festival (no primeiro dia com os Resistência, ontem a solo e hoje com os Xutos & Pontapés), Tim juntou os seus companheiros de aventura - entres eles, Fred Ferreira, filho de Kalú -, para um espetáculo que repescou temas da sua caminhada a solo, bem como algumas músicas novas, como foi o caso de "Na Minha Avenida". Num registo quase autobiográfico, com memórias e vivências misturadas, Tim aproveitou para partilhar algumas histórias com o público: começou por interpretar uma canção-resumo da carreira dos Xutos & Pontapés, que versa sobre a formação e chegada ao palcos do coletivo, e ainda relembrou os tempos em que morava na margem sul e as suas odisseias de cacilheiro (à noite ou de madrugada, consoante perdesse ou não a última travessia) entre o Cais do Sodré e Cacilhas, com o tema "O Último Barco". Texto: Manuel Rodrigues Fotos: Dário Cruz