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O Sol da Caparica: Resistência revivem velhos tempos, Camané canta Ornatos Violeta

Resistência e Camané inauguram palco SIC/RFM de forma exemplar, com dois concertos de índole acústica que não deixaram ninguém indiferente.

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Os concertos dos Resistência são verdadeiras viagens ao passado da música portuguesa. Pode soar a antigo, pode ter o seu quê de datado, mas é eficaz na sua missão: colocar multidões a reviver. Ou não fosse a memória um dos principais combustíveis desta orquestra de cordas. Canções como "Circo de Feras", "Um Lugar ao Sol" e "Aquele Inverno" continuam a ser excelentes veículos de transporte espaço temporais capazes de transformar plateias de miúdos e graúdos em gigantescas secções de coros, que vão garantindo suporte às vozes de Olavo Bilac, Miguel Ângelo e Tim. Além dos temas supracitados, foi possível ouvir ainda canções do novo álbum do coletivo, Horizonte, entre elas "Cidade Fantasma", original dos Rádio Macau.

Momentos antes, e também num registo acústico, Camané teve a honra de inaugurar o palco SIC/RFM. Acompanhado na viola, guitarra portuguesa e contrabaixo, uma configuração convencional que consegue vingar pela sua simplicidade, o músico português deu voz e alma a temas como "Sei De Um Rio", "A Cantar É Que Te Deixas Levar" e "Ela Tinha Uma Amiga", perante algumas centenas de pessoas e um pôr do sol que criou um ambiente envolvente em palco, casando na perfeição com o momento. Foi possível ouvir ainda uma versão de "Ouvi Dizer", dos Ornatos Violeta, imediatamente reconhecida na plateia e uma passagem pela obra dos Humanos com "Adeus Que Me Vou Embora".

Texto: Manuel Rodrigues 

Fotos: Dário Cruz