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O 'animal de palco' Jamie Cullum no MEO Marés Vivas: 'Tive duas namoradas portuguesas, mas não correu bem'

Intercalando os seus maiores êxitos com versões, inglês encheu as medidas do público da praia do Cabedelo. O concerto mais completo do último dia do festival Meo Marés Vivas.

MEO Mar�s Vivas 2015: Jamie Cullum
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De baquetas nas mãos a saudar o público. Foi assim que Jamie Cullum subiu ao palco principal do MEO Marés Vivas, antecipando um concerto repleto de momentos notáveis. "Get Your Way", "I'm All Over It" ou "Everything You Didn't Do" foram temas que depressa contagiaram o público, que acompanhava fielmente as letras de muitas das canções. Momento inusitado: quando o músico britânico - qual animal de palco - realizou um solo misturando percussão feita no piano, com beatbox e um longo improviso insano nas teclas. Entre cantar os parabéns à fã portuguesa Francisca, saltar várias vezes do piano, acenar aparatosamente com uma bandeira portuguesa e abraçar-se às pessoas da primeira fila em vários momentos do concerto, salientem-se também quer os extasiantes solos de piano do músico, com também a perfeita harmonia entre todos os instrumentistas - todos eles com direito a solos perfeitos para saborear de olhos fechados (saxofone, bateria ou trompete). "Não posso mentir. Tive duas namoradas portuguesas. Eram muito fogosas, mas a coisa acabou por não correr bem. Achava eu que tudo ia bem, pensei até que fosse viver com uma delas, mas acabou por deixar-me e trocar-me por outro músico. Ainda assim, adoro Portugal e adoro cá estar", gracejou o cantor, a meio da noite. O bom humor foi um denominador comum entre todos os minutos do espetáculo. Exemplo disso foi a introdução feita por Jim a anteceder o tema "When I Get Famous", onde o músico descreveu como a história de "um rapaz que era sempre rejeitado pelas raparigas, até se tornar famoso". Sempre com um sorriso no rosto, ironizou: "Esta canção não é autobiográfica. É toda ela ficção. Eu na escola era o Brad Pitt com as raparigas", rematou. E foi com "Don't Stop the Music", de Rihanna, "High and Dry", dos Radiohead", e excertos de "To Build a Home" dos Cinematic Orchestra, que o artista acolheu também os aplausos mais fortes da noite. Após fazer de maestro com o coro improvisado pelo público - que dividiu em duas frações, criando um dueto para ver qual delas cantava mais alto - foi com "Mixtape" que o cantor encerrou o concerto, naquele que foi o espetáculo mais enérgico e completo da última noite do MEO Marés Vivas. Texto: Diogo Costa-Leal Fotos: Hugo Sousa