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NOS Primavera Sound: Que bonita foi a festa dos Belle & Sebastian

Banda escocesa terá dado um dos melhores concertos do festival até agora. Audiência numerosíssima dança ao som de hinos indie.

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"Foi tão bom, não foi?". Sim, em 2015 ainda se fala, não vai tudo pelos deditos do smartphone. À saída do palco Super Bock comenta-se a estampa daquele que terá sido o melhor concerto dos escoceses em terras lusas - não desmerecendo um Paredes de Coura 2013 de boa memória. O regresso dos Belle & Sebastian a Portugal foi curto (a banda lamenta não ter tido mais tempo), intenso, com um alinhamento certeiro e uma predisposição de Stuart Murdoch e parceiros para fazer daqueles 60 minutos um acontecimento. Neste Primavera Sound 2015, já o é: para o balancete do festival, Belle & Sebastian nunca deixará de estar lá em cima, esperamos que em mui garbosa companhia. Cedo se percebeu que Stuart Murdoch não desejaria passar a jornada portuense a ver a caravana passar: percorreu o palco de lés a lés, incitou à dança ao som de uma surpreendentemente funcional "Party Line" (do pouco consensual último álbum, Girls In Peacetime Want To Dance), maquilhou-se e colocou uma flor no cabelo em "Lord Anthony", contundente canção sobre o bullying juvenil, levou meio mundo para o palco para a costumeira e bem-vinda desbunda em "The Boy With The Arab Strap" - esta ficará, certamente, para o Youtube. Abrindo com "Nobody's Empire", provavelmente a canção do álbum novo que mais facilmente emparelhamos com sucessos idos, os Belle & Sebastian foram a Dear Catastrophe Waitress buscar "If You Find Yourself Caught In Love" e "I'm a Cuckoo" (com as suas guitarras Thin Lizzy), a Write About Love resgatar I Didn't See It Coming e - aguenta coração - apostaram na dupla mais do que perfeita de The Boy With The Arab Strap, "Dirty Dream #2" e "Sleep The Clock Around". Fã da velha guarda terá ficado com pele de galinha. O público não se fez distraído: em palco estava uma banda em muito boa forma (até o desajeitado "Perfect Couples", cantado pelo guitarrista Stevie Jackson e um dos momentos mais turvos do álbum de 2015, ganha tempero ao vivo), ampliada por metais e cordas, capaz de cativar também o transitório público festivaleiro. Estamos tão bem uns para os outros. Fotos de: Rita Carmo/Espanta Espíritos