Blitz

Uma parceria com o jornal EXPRESSO

siga-nos

Perfil

Notícias

NOS Alive '15: Counting Crows com agosto e tudo depois, Dead Combo mandam abraço à Grécia

A banda que se celebrizou com "Mr. Jones" apresentou-se no palco principal (não pela primeira vez em Portugal, como escrevemos). No palco Heineken, os Dead Combo fizeram uma dedicatória especial.

Counting Crows
1 / 24

Counting Crows

Counting Crows
2 / 24

Counting Crows

Counting Crows
3 / 24

Counting Crows

Counting Crows
4 / 24

Counting Crows

Counting Crows
5 / 24

Counting Crows

Counting Crows
6 / 24

Counting Crows

Counting Crows
7 / 24

Counting Crows

Counting Crows
8 / 24

Counting Crows

Counting Crows
9 / 24

Counting Crows

Counting Crows
10 / 24

Counting Crows

Counting Crows
11 / 24

Counting Crows

Counting Crows
12 / 24

Counting Crows

Counting Crows
13 / 24

Counting Crows

Counting Crows
14 / 24

Counting Crows

Counting Crows
15 / 24

Counting Crows

Counting Crows
16 / 24

Counting Crows

Counting Crows
17 / 24

Counting Crows

Counting Crows
18 / 24

Counting Crows

Counting Crows
19 / 24

Counting Crows

Counting Crows
20 / 24

Counting Crows

Counting Crows
21 / 24

Counting Crows

Counting Crows
22 / 24

Counting Crows

Counting Crows
23 / 24

Counting Crows

Counting Crows
24 / 24

Counting Crows

Se Ben Harper teve dificuldade em impôr-se no palco principal do NOS Alive, que dizer dos Counting Crows? Éramos jovens liceais quando comprámos August and Everything After, o disco de "Mr. Jones" e outras canções de roots rock delicodoce. E ainda é a essa longínqua estreia que os norte-americanos vão buscar o tema com que abrem esta soirée em Portugal: "Round Here", servido pelas letras longas e performance sentida de Adam Duritz, numa espécie de proto-emo que gente como os Bright Eyes de Conor Oberst praticariam anos mais tarde. Ao contrário do seu conterrâneo Ben Harper, porém, o cantor e compositor californiano esforça-se para comunicar com o público, através da emoção que coloca na prosa musicada e das pequenas histórias que conta entre canções. O grande êxito - "Mr. Jones", pois então - chega ao terceiro tema, mas nem aqui o público, que assiste ao espetáculo com calma bonomia, decide juntar-se em coro. De forma capaz e digna, os Counting Crows, que nos últimos anos saíram da major Geffen e têm editado os seus discos em editoras independentes, continuaram a desfilar os temas de uma carreira veterana mas que, desde o segundo álbum (ainda nos recordamos de "Long December", também tocada hoje) não tem tido impacto nas massas. No palco Heineken, e sem terem de recorrer a palavras, os Dead Combo apresentaram-se num formato um pouco mais rock do que é habitual, convidando para o seu "altar" de palco os bateristas Sérgio Nascimento, com quem de resto têm por hábito tocar, e Isaac Achega. Ao dedicar uma canção "às miúdas da plateia", Tó Trips surpreende uma jovem ao nosso lado, que pergunta ao amigo que a acompanha: "Ai mas eles são tugas?!". São sim senhor, e lembraram ainda os "irmãos" gregos com "Zorba, o Grego", tocada com a bandeira grega ao fundo do palco. Texto de: Lia Pereira Fotos de: Rita Carmo/Espanta Espíritos