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MEO Marés Vivas: The Script dão concerto sem sair do guião

Grupo de Dublin encerra festival de Gaia - que ao último dia voltou a contar com 30 mil espectadores, segundo a organização - com concerto profissional, vistoso, mas sem grandes surpresas.

MEO Mar�s Vivas 2015: The Script
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MEO Mar�s Vivas 2015: The Script

Um concerto com uma grande componente visual? Confere. Um ecrã gigante onde alternavam excertos de videoclips com muitos dos êxitos da banda irlandesa. Também confere. Solos de média duração de guitarra e bateria. Um concerto que começou com parte do público aos pulos e terminou em coro efusivo. Idem. Tudo isto seriam ingredientes ideais para um concerto inesquecível, mas considerável foi a debandada ainda a meio do espetáculo, e foi também visível que muitas pessoas preferiram despedir-se da edição deste ano do Marés Vivas longe do palco, sentadas, em bocejo de fim de noite. O público mais fiel foi sem dúvida o adolescente, com a claque oficial da banda a ostentar os maiores cartazes e a projetar os gritos mais longos. O vocalista, Danny O'Donoghue, por várias vezes cantou abraçado ao público e chegou inclusive a subir à bancada próxima do palco, onde saudou o público. Ainda assim, foi um concerto sem "coelhos tirados da cartola". O prestígio granjeado pela banda (nomeadamente através de intenso airplay radiofónico) falou por si, em palco, com "Superheroes", "Breakeven" ou "If You Could See Me Now" a atraírem o maior número de telemóveis apontados para o palco, mas o momento de maior destaque foi a contextualização feita pelo guitarrista do grupo, Mark Sheehan, antes de "Man On a Wire", referindo que a canção foi inspirada no seu "medo pelas alturas". "Depois de a escrevermos, fizemos com ela uma comparação com a vida. Um passo de cada vez. E sempre em frente, como a vida deve ser", concluiu o músico ao microfone. Mais gritos juvenis acompanharam "The Man Who Can't Be Moved", mas até ao final do concerto vimos poucas fugas ao guião, tudo sempre muito profissional e "clean", mesmo na muito aplaudida "Hall of Fame". Faltou irreverência. Texto: Diogo Costa-Leal Fotos: Hugo Sousa