Blitz

Uma parceria com o jornal EXPRESSO

siga-nos

Perfil

Notícias

MEO Marés Vivas: Buraka Som Sistema fazem Carnaval em julho

Dança de tirar o fôlego e sempre em interação com o público foram a cereja final no topo do segundo dia do festival, que registou nova casa cheia: 30 mil pessoas, segundo a organização.

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema
1 / 13

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema
2 / 13

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema
3 / 13

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema
4 / 13

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema
5 / 13

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema
6 / 13

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema
7 / 13

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema
8 / 13

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema
9 / 13

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema
10 / 13

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema
11 / 13

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema
12 / 13

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema
13 / 13

MEO Mar�s Vivas 2015: Buraka Som Sistema

"Queremos que pensem que estamos em Fevereiro e que é carnaval", diziam os músicos ao início do concerto. As luzes ligavam-se e logo o grupo de Kalaf e companhia ofereceu vuvuzelas ao público, como mote para a música que cantaram de seguida: "Vuvuzela (Carnaval)", que depressa levou a que as pessoas não mantivessem os pés no chão durante muito tempo, logo que soaram temas igualmente ribombantes como "(We stay up) all night", "Parede", "Sound of kuduro" ou o famoso "Kalemba", música mais ovacionada e filmada pelo público. "É a maneira perfeita para terminar a noite. Depois de Miguel Araújo para começar a abanar os ombros, foi Lenny Kravitz para tirar os pés do chão, e Buraka para não os voltar a querer pousar". Palavras de Inês Santos, de 28 anos a quem o repórter teve de se dirigir mais do que uma vez para obter declarações, visto estar tão compenetrada nos passos improvisados de dança que ia criando. Rita Pinto, de 19 anos, subscreve a mesma visão: "É óptimo. Eles mostram-nos os movimentos antes de algumas músicas. É como se dançassem connosco. E isso puxa muito por nós". Texto: Diogo Costa-Leal Fotos: Hugo Sousa