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Kurt Cobain: antigo chefe de polícia de Seattle diz que reabriria o caso - vídeo

O documentário Soaked in Bleach apresenta testemunhos das autoridades de Seattle e do detetive privado que Courtney Love contratou para encontrar o marido.

Norm Stamper, que à data da morte de Kurt Cobain era chefe da polícia de Seattle, diz que, se ainda estivesse naquele cargo hoje em dia, reabriria o caso. As declarações são proferidas no documentário Soaked in Bleach, que parte de declarações de pessoas ligadas à investigação, bem como de áudios de Courtney Love, para sugerir que a viúva de Kurt Cobain esteve envolvida na sua morte.

"Devíamos ter estudado os padrões de comportamento de certas pessoas que teriam razões para querer ver o Kurt Cobain morto. Se ele realmente foi assassinado, e se tivesse sido possível concluí-lo, devíamos ter vergonha por não termos feito isso. Era a nossa responsabilidade", diz Norm Stamper. "É uma questão de honra e de ética. Se não acertámos à primeira, é melhor que acertemos à segunda, e digo-vos: se fosse chefe da polícia agora, reabria a investigação".

Em 2014, a polícia de Seattle debruçou-se sobre fotos inéditas do local do crime, acabando no entanto por concluir que as mesmas não provavam que Kurt Cobain tivesse sido assassinado. 

No trailer de Soaked in Bleach, diz-se que Kurt Cobain quereria tirar Courtney Love do seu testamento e que, em caso de suicídio do vocalista dos Nirvana, a viúva herdaria todo o seu património. O autor do documentário, Benjamin Statler, apresenta também depoimentos que indicam que a carta de suicídio de Kurt Cobain poderia ter sido forjada. A viúva de Cobain e mãe da filha do casal, Frances Bean, tem tentado proibir, por via legal, a exibição do filme que alinha com as teorias de conspiração segundo as quais Kurt Cobain teria sido morto pela mulher.