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Jorge Palma e Paulo Gonzo em formato familiar n'O Sol da Caparica

Dois concertos para a família - repletos de êxitos de sempre dos dois músicos - a colocarem avós, pais e filhos em sintonia. Comunhão na margem sul do Tejo.

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O Sol da Caparica: Jorge Palma

Eficiente no exercício vocal e instrumental, como sempre nos habituou, Jorge Palma trouxe ao festival O Sol da Caparica uma atuação em formato best of, recheada com algumas das canções mais transversais da sua carreira. "A Chuva Cai" foi uma das primeiras, colocando à prova a receptividade do público (que, neste tipo de situação, nunca falha), seguindo-se "Cara de Anjo Mau" e, mais tarde, um trio de luxo constituído por "Dá-me Lume", "Deixa-me Rir" e "Frágil", para júbilo geral. "Jeremias, o Fora da Lei" deu seguimento ao concerto, com Jorge Palma a trocar o piano pela guitarra acústica, acompanhado no banjo por um dos elementos da sua banda, servindo de ponte para a interpretação de "Encosta-te a Mim", uma das músicas mais entoadas do seu concerto. "Portugal, Portugal" e "A Gente Vai Continuar" foram sabiamente guardadas para o final da atuação. Paulo Gonzo deu continuidade à missão iniciada por Jorge Palma: a de servir clássicos para as famílias presentes entoarem em uníssono. "Bom festival, fantásticas pessoas, vou divertir-me que nem um cão", disse o músico algures entre a interpretação de "Diz-me Tu" (para trás já tinha ficado "Falamos Depois") e "Sei-te de Cor", a roubar os primeiros coros intensos da noite, que só viriam a ser superados por "Jardins Proibidos" e "Dei-te Quase Tudo" (com direito a concurso forjado por Paulo Gonzo para ver qual o género mais afinado nas vocalizações - ganharam as mulheres, claro). Não faltaram ainda à atuação "Ela É..." e "Quem de Nós Dois", canções que partilha com Anselmo Ralph e Ana Carolina, respetivamente. O remate do concerto, em pleno encore, foi garantido por "So Do I" e novo regresso a "Sei-te de Cor" para um último exercício coral. Texto: Manuel Rodrigues Fotos: Dário Cruz