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GNR lançam disco ao vivo grátis com a BLITZ de setembro - conheça Afectivamente ao Vivo

Gravado em maio deste ano, Afectivamente ao Vivo é o primeiro disco "de palco" dos GNR desde In Vivo, de 1990. Conheça-o aqui.

Os GNR lançam com a BLITZ de setembro, amanhã nas bancas, o disco Afectivamente ao Vivo. Gravado num concerto no Theatro Circo de Braga, no passado dia 22 de maio, o álbum apresenta 18 faixas. Fique a conhecê-las, apresentadas pela própria banda, aqui:

O disco ao vivo dos GNR, grátis com a BLITZ de setembro 1. Caixa NegraRui Reininho: É o abrir da Caixa de Pandora. Até achava [a versão original] mais conseguida, só agora depois de a tocar é que concordo com o que o Jorge [Romão, baixista] diz: é um bocado noisy. 2. Video Maria Tóli César Machado: É das principais do espetáculo Afectivamente, tem aquele arranjo com o violino, tem um cheirinho a tango. E é das que resultam melhor. A harmonia é diferente, as notas são diferentes. 3. Bellevue TCM: Foi quase a música que deu origem a este espetáculo. Foi a primeira coisa com que comecei, tinha uma ideia para um arranjo instrumental para violino. É uma música que não tocamos no formato elétrico, só aqui. Resulta melhor neste formato de auditório. E é uma música mítica. 4. + Vale Nunca RR: No espetáculo elétrico é uma música de encore, para fechar. Ela aqui começa a dar um bocado mais de energia, uma energia muito contida. É uma música festiva. 5. Asas (Eléctricas) RR: Demorei alguns anos a adaptar-me à "Asas", agora canto de uma maneira diferente da do disco. Favorece-me mais o tom neste pseudo-acústico do que no espetáculo elétrico. Ate porque tem outro tempo.6. Valsa dos Detectives TCM: Não a tocamos no espetáculo elétrico. Foi recuperada só para este espetáculo, já a tínhamos abandonado. 7. Vocês TCM: Foi feita de propósito para uma novela [Nunca Digas Adeus]. Depois recuperámo-la para os GNR. É a música de que o Camané gosta mais, foi a que cantou quando esteve connosco no Coliseu. RR: Ele tem um lado de cantor romântico que é muito engraçado. Vem da linha do Tony de Matos. 8. Las Vagas TCM: É das mais fortes que aqui estão, a gravação ao vivo é das mais conseguidas. É importante, é quase como se agora fosse um single. Na altura foi-o, mas quase maldito. Ao vivo as pessoas reconhecem e pedem. 9. EfectivamenteRR: O refrão não é nada previsível. Na versão original eu tinha uma forma muito chata de cantar o refrão. Eu achava que ficava bem até que toda a gente me convenceu que aquilo era uma porcaria. Não fazia o silêncio no refrão, cantava tudo de seguida "efectivamente nanana".  10. Dançar SOSRR: "Dançar Sós" ou "Dançar SOS"? Como queira, cada qual dança como entender...TCM: É a música mais linda que aqui está, é a mais bonita.  11. Pronúncia do NorteTCM: Não tem guitarra, só tem bateria e piano. A única coisa nova é o acordeão. É obrigatória e está praticamente igual, não se consegue mexer naquilo. 12. Sangue OcultoTCM: É uma versão completamente diferente, é das músicas mais difíceis de tocar. Tem um tempo complicado. Quando sai bem é a melhor, quando não está no tempo certo é tramada.  13. Cadeira EléctricaTCM: Gostamos mais dela aqui, é menos barulhenta. RR: Precisa de contenção. É tipo a "wall of sound" do Phil Spector. 14. Sete NavesRR: É uma música que depende do espírito da coisa. Tem um equilíbrio, é das mais arriscadas no compromisso entre a eletrónica e a acústica. 15. Voos DomésticosTCM: A versão original não tem nada a ver. O produtor não teve visão. Entrega-se o ouro ao bandido e às vezes a coisa não resulta. Eu também fui conivente, fiz o que o produtor queria, mas não resultou. Está uma porcaria. E aqui está bom. O Valsa dos Detectives [1989] também foi um disco que não correu muito bem e acabámos por recuperar aquelas músicas no In Vivo. É engraçado, o percurso é muito parecido com este disco ao vivo em relação ao Voos Domésticos [2011]. Está aqui o disco que queríamos fazer e algumas canções foram aqui recuperadas como deviam ter sido gravadas. 16. Morte ao SolRR: É engraçado porque nota-se aqui muito a participação do público. Mas é uma coisa muito espontânea, não é pedir palminhas. As pessoas começaram espontaneamente a cantá-la, não são seguidistas. 17. MacAbroTCM: Nas feiras, as pessoas acham piada a esta música. Tem potencial. Fala-se no "Caixa Negra" para segundo single, mas esta é que deveria ser. Só tem piano e voz praticamente, e resulta. 18. DunasTCM: Nunca se pensou que uma música destas pudesse chegar aqui. Foi quase como um acidente, tudo à mesma hora, no mesmo sítio, tudo a funcionar: letra, ritmo, acordes. Há poucas canções como esta no nosso cancioneiro pop/rock.RR: Eu tentei uma vez escrever outra "Dunas". Chamava-se "Rugas" (risos). O que é estranho é a intemporalidade. É surpreendente 20 ou 30 anos depois a adesão de pessoas de outras gerações. Na BLITZ de setembro (capa: Pink Floyd), pode ler ainda uma entrevista dos GNR, sobre este seu primeiro disco ao vivo desde 1990, entre outros assunto Foto: Rita Carmo/Espanta Espíritos
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