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GNR gravam hoje álbum ao vivo em Braga

Banda de Rui Reininho registará mais logo o primeiro disco ao vivo desde In Vivo, o clássico de 1990.

A gravação será feita em registo acústico: "O baixo elétrico cede lugar ao baixo acústico, a guitarra elétrica passa as cordas ao violino, os teclados rendem-se ao piano e até o próprio Rui Reininho será mais acústico, entenda-se, menos elétrico", lê-se na nota de imprensa. O concerto tem início às 21h30 e está esgotado. Este será o segundo álbum ao vivo dos GNR, sucessor de In Vivo, editado em 1990, súmula de dois concertos no Coliseu de Lisboa. A gravação do concerto em Braga, numa sala que completou há pouco tempo um século de existência, acontece dois meses depois de os GNR terem editado o álbum de originais Caixa Negra, pela Indiefada, editora criada pelo grupo. As dez canções de Caixa Negra são um regresso aos tempos antigos dos GNR, como Toli César Machado afirmou à agência Lusa. Produzido por Mário Barreiros, o álbum tem nove originais - como "Cadeira elétrica" e "Triste Titan" - e uma versão de "Desnorteado", recuperado do disco Defeitos especiais, de 1984. Ao vivo, Rui Reininho, Jorge Romão e Toli César Machado - o núcleo duro dos GNR - passam a contar com o baterista Samuel Palitos e o teclista Paulo Borges, como músicos convidados. Andy Torrence mantém-se nas guitarras. No concerto, em Braga, deverão interpretar temas do novo álbum, assim como canções antigas, como "Bellevue", "Efectivamente", "Video Maria", "Pronúncia do Norte" e "Mais Vale Nunca". No âmbito da digressão nacional com Caixa Negra, os GNR atuarão no Coliseu do Porto, a 23 de outubro, e no Coliseu de Lisboa, a 31 desse mês. com Lusa Foto: Rita Carmo/Espanta Espíritos