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Frankie Chavez no MEO Sudoeste: E ao quarto dia... As guitarras

Com pouco a seu favor (um cartaz essencialmente eletrónico, o jogo de futebol), Chavez conseguiu conquistar o público da Zambujeira do Mar.

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Frankie Chavez era uma carta fora do baralho nesta última noite de MEO Sudoeste (para não dizermos no cartaz inteiro do festival), mas conseguiu dar a volta ao texto e terminou o concerto com o público do seu lado. No início, ainda com o Benfica - Sporting a decorrer, eram poucos os que se concentravam frente ao palco Jogos Santa Casa, mas, aos poucos, mais e mais foram acorrendo ao espaço onde as guitarras finalmente foram rainhas do festival. Em formato trio, o músico português deu gás ao seu rock imerso em blues e com temas crus, diretos ao osso, como "I Don't Belong", "Time Machine", ambos do EP homónimo de estreia (2010), ou os mais recentes "Long Gone" e "Heart & Spine" foi conquistando uma plateia que não se fez rogada em acompanhar com palmas ou gritos de incentivo. O instrumental "Nazaré", à guitarra portuguesa, uma versão de "I Believe I'll Dust My Broom" do mestre dos blues Robert Johnson, ou "I'm Leaving", tocada na slide guitar ("isto é Ben Harper autêntico", ouvimos atrás de nós) foram alguns dos bons momentos da atuação do multi-instrumentista, que terminou em grande com o potentíssimo "Fight", que rendeu um diálogo animado entre a guitarra e o público... E ainda houve tempo para mais uma. Texto de: Mário Rui Vieira Fotos de: Rita Carmo/Espanta Espíritos