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Florence Welch fala sobre batalha contra depressão e alcoolismo: "Vejo tudo de forma extrema"

Líder do projeto Florence + The Machine diz que passou por um período "caótico" e "infeliz" no seguimento do final de uma relação.

Florence Welch, dos Florence + The Machine, falou sobre a batalha que travou contra a depressão e o alcoolismo numa entrevista ao Sunday Times. A artista britânica explicou que passou por um período "caótico" e "infeliz" depois do fim de uma relação e antes de começar a trabalhar no novo álbum How Big, How Blue, How Beautiful, que sai para as lojas a 1 de junho. 

"Posso estar em alta, mas depois fico muito triste", explicou a artista, "tenho uma psicóloga que me conhece há anos. Também ajudou a minha irmã mais nova. É muito racional, o que é bom para mim porque vejo tudo de forma extrema. Ela diz-me 'talvez seja melhor encontrares um espaço mais moderado".  

Apesar de não beber há um ano, a cantora recorda os momentos em que não recusava um shot de tequila: "a bebida não servia para me divertir ou ficar alegre. Era uma forma de me proteger e de me esconder. Mas, na verdade, é uma escolha minha voltar a gostar de beber... Estava tão triste. Não me interessava muito beber um copo de vinho, bebia logo um shot de tequila. A intenção era ficar bêbeda".

Recorde-se que os Florence + The Machine regressam a Portugal para apresentar o novo álbum no palco do festival Super Bock Super Rock. O concerto está marcado para o dia 18 de julho, último do evento do Parque das Nações e mesmo em que atuam os FFS (Franz Ferdinand + Sparks), Crystal Fighters e Unknown Mortal Orchestra, entre outros.