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Documentário de Amy Winehouse bate recordes de bilheteira

O filme é um sucesso no Reino Unido e nos Estados Unidos. Amy está em destaque na capa da BLITZ de julho, já nas bancas, e o documentário estreia em Portugal no próximo dia 23.

Amy, o documentário sobre Amy Winehouse, bateu recordes de bilheteiras no Reino Unido no primeiro fim de semana em que esteve em exibição. O filme tornou-se o documentário britânico mais visto de sempre em salas do Reino Unido e já faturou 519 mil libras (aproximadamente 730 mil euros) - apenas Fahrenheit 9/11 do americano Michael Moore faturou mais nos primeiros dias, em 2004. 

Nos Estados Unidos, Amy já rendeu 222 mil dólares (mais de 200 mil euros), apesar de estar a ser exibido em apenas seis salas - nas próximas semanas, o número de salas vai aumentar. Realizado por Asif Kapadia, que em 2010 estreou um documentário sobre o piloto de fórmula 1 Ayrton Senna, estreia nos cinemas portugueses no próximo dia 23. 

Mark Ronson, um dos produtores de Back to Black, o segundo álbum de Amy Winehouse e aquele que lançou a artista falecida em 2011 para o estrelato, já viu o documentário e dá o seu selo de aprovação. Segundo o Digital Spy, o músico disse: "é, obviamente, difícil de ver o filme porque traz muitas memórias". 

"Mas gostei muito porque a minha mulher nunca chegou a conhecer a Amy e eu estou sempre a contar-lhe histórias de quando estávamos em estúdio e a falar-lhe das coisas inteligente e espirituosas que ela dizia", continua Ronson, "vimos o filme e a minha mulher disse: 'agora percebo, agora consigo ver a Amy de que tu falavas'. Esqueço-me que nem toda a gente chegou a conhecer esse lado dela".

Recorde-se que Amy Winehouse é a estrela da capa da BLITZ de julho, já nas bancas. No interior, entre outros conteúdos, pode ler uma entrevista ao realizador do documentário e outra com Neal Sugarman, dos Dap-Kings, banda nova-iorquina que acompanhou a artista em Back to Black e em vários concertos.