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Aurous, serviço gratuito de streaming, já foi processado

As grandes editoras não tardaram a agir contra o serviço 'pirata', que entrou em funcionamento no sábado.

O Aurous tem poucos dias de vida, tendo começado a funcionar no passado sábado, mas a sua morte pode estar para breve. As três principais editoras discográficas norte-americanas processaram o serviço por pirataria. A Universal Music Group, a Sony Music Entertainment e a Warner Music Group entregaram o processo num tribunal da Flórida, acusando especificamente Andrew Sampson, criador do Aurous. De acordo com a RIAA, grupo que representa a indústria discográfica dos Estados Unidos, o Aurous "é um modelo de negócio alimentado pela pirataria a larga escala", refere num comunicado. A acusação procurará agora não apenas o fecho do website mas também uma compensação de cerca de 150 mil dólares por cada material pirateado. O Aurous, recorde-se, é uma aplicação que recorre à tecnologia P2P, nomeadamente "torrents", através dos quais disponibiliza música em streaming. Leia aqui a crónica de Miguel Cadete sobre este serviço, publicada no Expresso Diário em setembro.