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Bono e Quincy Jones

Getty Images

Quincy Jones: “Quando vou a Dublin, o Bono obriga-me a ficar no castelo dele porque a Irlanda é muito racista”

O produtor norte-americano também elogia Kendrick Lamar, Bruno Mars, Ed Sheeran e Sam Smith

Na mesma longa entrevista em que fala dos Beatles, Michael Jackson e U2, o produtor norte-americano Quincy Jones revela que Bono, líder da banda irlandesa, é seu amigo. Falando sobre racismo, diz: "quando vou a Dublin, o Bono obriga-me a ficar no castelo dele porque a Irlanda é muito racista. O Bono é meu irmão. Deu o meu nome ao filho dele".

No decorrer da conversa com a revista Vulture, Jones diz ainda que Cyndi Lauper criou problemas na gravação do single de beneficência "We Are the World" (1985), que gostava dos Cream, banda de Eric Clapton ("como é que se chamavam?"), e não poupou elogios a alguns artistas atuais.

Questionado sobre quem está a fazer "um bom trabalho", o produtor respondeu: "o Bruno Mars. O Chance the Rapper. O Kendrick Lamar. Gosto da forma como o Kendrick pensa. Tem os pés na terra. O Chance também. E o álbum do Ed Sheeran é ótimo. O Sam Smith - está tão à vontade com o facto de ser gay. Adoro. O Mark Ronson é alguém que sabe como produzir um disco".