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Legendary Tigerman na capa da BLITZ de dezembro, já nas bancas

É a primeira entrevista de Paulo Furtado da era “Misfit”, o álbum criado na América que sairá em janeiro. Uma longa conversa onde cabe tudo: um disco “arrancado a ferros”, os triunfos e as frustrações de quase trinta anos de percurso, Portugal e o sonho americano, o rock and roll e tudo o que o rodeia. A não perder ainda: o novo álbum dos U2, Sam Smith em discurso direto, The Smiths de volta a 1986, o disco sound de “Saturday Night Fever”, a revelação Aldous Harding. Grátis 2 CDs

Legendary Tigerman: puro, livre e selvagem. Na capa da BLITZ de dezembro, já nas bancas.

Legendary Tigerman na capa da BLITZ de dezembro de 2017

Legendary Tigerman na capa da BLITZ de dezembro de 2017

Aos 47 anos, Paulo Furtado achou que já era tempo: fez nos Estados Unidos da América a road trip de uma vida mas, quando lá regressou para gravar um disco, só lhe apetecia voltar para trás. Misfit, que chega em janeiro, foi "tirado a ferros" mas é, acredita, o álbum rock and roll que precisava de fazer hoje. Em longa conversa com Lia Pereira e Luís Guerra, com fotos de Rita Carmo, Furtado aborda também o "combate" com os Linda Martini, as desventuras do tigre "bebé" e o provável fim dos Wraygunn. Sem espinhas.

Legendary Tigerman

Legendary Tigerman

Rita Carmo

13 páginas onde Furtado confessa que ao gravar no Rancho de La Luna, no deserto de Joshua Tree, passou do céu ao inferno logo ao primeiro dia de estúdio. Uma entrevista onde, sem fugas, recorda os primeiros passos do "gajo mais envergonhado do mundo", revela a forma como procura contornar o que chama de "prostituição" em relação ao seu trabalho e aborda a maneira como era visto o seu trabalho conjunto com Rita Redshoes ("havia um olhar quase exclusivo para mim, quando ela fazia pelo menos 50 por cento do trabalho"). Fala ainda do que sentiu ao regressar ao país natal, Moçambique, da cumplicidade com os Linda Martini (que deu em digressão conjunta) e de como depois do álbum "Femina", a sua carreira se tornou um caso mais sério.

Três anos depois de os fãs ouvirem falar pela primeira vez dele, Bono e companhia editam, finalmente, Songs of Experience. Antecipando um dos discos mais aguardados de 2017, Mário Rui Vieira conta-lhe o que sabe sobre uma coleção de canções íntimas mas política nas entrelinhas. Os U2 de regresso.

Fez-se superestrela pop logo ao primeiro álbum. Três anos depois e com o segundo álbum acabado de chegar, Sam Smith fala sobre um passado "alucinante, de alto e baixos brutais", a confiante saída do "armário" e uma velha amiga chamada tristeza.

Em destaque na BLITZ de dezembro estão também os Smiths. Em 1986, ofereceram ao futuro um clássico de reputação inabalável. The Queen Is Dead é, ainda hoje, um aplaudido corpo de canções de exceção no meio de um turbilhão de concertos, disputas com a editora e problemas com álcool e drogas. Stephen Street, produtor e engenheiro de som da maior parte do percurso da banda de Morrissey e Johnny Marr, abre o seu livro de memórias.

A portuguesa que Kurt Cobain idolatrava. Quase quatro décadas depois, The Raincoats, o álbum de estreia de 1979 do quarteto liderado em Londres pela portuguesa Ana da Silva, continua a fazer correr tinta. Um novo livro a ele dedicado foi o pretexto para um encontro em Lisboa com a vocalista e guitarrista, que recordou a Rui Miguel Abreu o dia em que o líder dos Nirvana lhe bateu à porta.

15 anos depois do primeiro encontro, Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown voltaram a juntar-se para um disco que traz uma mensagem de paz e união. Os brasileiros Tribalistas em entrevista BLITZ.

As Ibeyi estrearam-se há dois anos com um álbum homónimo e rapidamente cruzaram oceanos. Nascidas em Cuba, criadas em Paris e assumidas cidadãs do mundo, as gémeas Díaz estão de volta com Ash, um segundo álbum que amplia uma sonoridade muito particular. Mário Rui Vieira falou com Lisa-Kaindé sobre família, morte e esperança.

É de Aldous Harding um dos melhores discos do ano. Aos 27 anos, a artista neozelandesa tem dificuldade em explicar o segredo do seu feitiço, mas garante que The Party não é fruto de bruxaria. Falámos com ela, ao telefone da Islândia, nas vésperas da estreia em Portugal, no Vodafone Mexefest (onde atua sábado, dia 25).

Back to disco! Há 40 anos, o mundo começou a dançar com Saturday Night Fever. O disco sound torna-se mais do que um santuário de liberdade e inclusão; nada lhe escapa. Jorge Lopes conta o antes, o durante e o depois de uma revolução pop-cultural que juntou utopia com negócio.

Entrevistas com Ana Bacalhau, Pere Ubu e Thurston Moore fazem também parte do cardápio da edição de dezembro.

Ainda na BLITZ deste mês, críticas aos novos discos de Sam Smith, Wolf Alice, Taylor Swift, Marilyn Manson e Aldina Duarte, bem como à reedição de Master of Puppets, dos Metallica.

A BLITZ de dezembro já se encontra nas bancas e tem como preço €4,90. Inclui grátis 2 CDs BLITZ de um painel de edições BLITZ que inclui títulos de Legendary Tigerman, Capitão Fausto e Linda Martini, entre outros.