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Voltou a História do Rock, a revista dedicada à melhor música de sempre. Número 2, sobre 1980, já nas bancas

Depois de um primeiro número dedicado ao ano de 1967, debruçamo-nos agora sobre 1980. Os U2, que nesse ano lançaram o primeiro álbum, estão na capa, mas destacamos também o Boom do Rock Português (Rui Veloso, UHF, GNR), Joy Division e David Bowie, Bauhaus e muito mais. Com esta revista pode ganhar um bilhete para concertos de Resistência

Já está nas bancas a nova edição da revista História do Rock, uma publicação com a chancela da BLITZ, que se debruça sobre anos específicos da cultura popular. Depois de uma primeira edição dedicada a 1967 (com Jimi Hendrix na capa), trazemos agora à estampa uma nova edição, focada em 1980. Na capa estão os U2, que nesse ano lançaram o primeiro álbum, Boy.

História do Rock nº 2, com U2 na capa (outubro de 2017)

História do Rock nº 2, com U2 na capa (outubro de 2017)

A anos-luz de emocionarem multidões com hinos como «One» ou «With Or Without You», OS U2 eram apenas mais uma banda de coração cheio e bolsos vazios. Uma fé inabalável em si mesmos catapultou-os para o topo do mundo. Boy, lançado em outubro de 1980, foi o primeiro degrau de uma imensa escadaria, atenta Lia Pereira.

Rui Miguel Abreu viaja ao turbilhão de 80 que ficou conhecido por BOOM DO ROCK PORTUGUÊS, época em que um verdadeiro manancial de novas bandas se estreou, deixando alguns sucessos memoráveis. Com ilustrações exclusivas de Hélder Oliveira.

Ar de Rock não marcou apenas a estreia de um jovem músico, mas também de uma nova sensibilidade musical, distante do nacional-cançonetismo e da música de intervenção. RUI VELOSO e alguns dos que assistiram ao nascimento desse álbum recordam como nasceu um clássico.

No final dos anos 70, em Almada, começou a desenhar-se uma das mais importantes histórias do rock português. Quando o punk estalava em Inglaterra, Portugal ainda procurava ajustar-se à liberdade. Os UHF foram dos primeiros a saciar uma imensa sede de rock.

O futuro da música pop portuguesa começou quando os HERÓIS DO MAR editaram o seu primeiro álbum e apareceram com a força de um conceito global em que a música era apenas uma das peças do puzzle. As raízes, porém, já existiam em 1980, recorda Rui Miguel Abreu.

A caminho dos 40 anos de carreira, os GNR são passados à lupa no momento em que tudo começou. Capítulos essenciais de uma banda que ajudou a (des)construir a face do rock em Portugal, recorda André Gomes.

1980 assistia, impotente, ao suicídio de Ian Curtis, a que se seguiria a edição do último álbum dos JOY DIVISON. Rui Miguel Abreu bateu à porta de alguns dos sobreviventes da história: Lindsay Reade, primeira mulher de Tony Wilson (o patrão da Factory, que lançou os Joy Division), Michael Johnson, engenheiro de som em Closer, Vini Reilly, líder dos Durutti Column e amigo íntimo de Curtis, e Carmo Cruz, a agente portuguesa que conheceu de perto os protagonistas da Factory.

Scary Monsters (And Super Creeps) foi o álbum com que DAVID BOWIE marcou a entrada na década de 80, a mais bem-sucedida da sua carreira. À cabeça vinha «Ashes to Ashes», o tema em que recuperou o velhinho Major Tom. Um passo atrás antes de vários em frente.

Foi um single da banda de Gary Numan que ficou na história, no verão de 1979, como o primeiro número 1 na tabela britânica de uma emergente geração pop que trabalhava com eletrónicas, mas foi em 1980 que a revolução até ali em terreno underground ganhou grande visibilidade popular. Nuno Galopim recorda os pioneiros.

«Bela Lugosi’s Dead», single de estreia dos Bauhaus, dera em 1979 mote para o eclodir de um espaço nascido em clima pós-punk, com uma carga temática e icónica sombria. Em 1980 outros nomes se juntariam, criando as bases para o que depois seria conhecido como ROCK GÓTICO. Nuno Galopim percorre essas memórias.

À chegada dos anos 80, o Reino Unido – e depois o resto da Europa – deixava-se contagiar por um rock corpulento servido por cavalheiros de pose heroica. Iron Maiden, Judas Priest e Saxon inspiravam-se em pioneiros como Led Zeppelin, Deep Purple e Black Sabbath, mas juntavam-lhe a aspereza do punk. Rui Miguel Abreu conta uma história de PESOS-PESADOS.

Neste número da História do Rock, oferecemos-lhe ainda uma lista de 30 ÁLBUNS OBRIGATÓRIOS de 1980 (de Chico Buarque a Talking Heads, passando por The Cure ou The Clash) e recordamos os ícones que partiram nesse ano: John Lennon e Ian Curtis, mas também Bon Scott, dos AC/DC, e John Bonham, dos Led Zeppelin.

Com esta revista, recebe um de dois CDs grátis e pode ganhar um bilhete para concertos dos Resistência.

A revista já está à venda e custa 3,90 euros.