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Dave Grohl agradece a quem o ajudou a recuperar de lesão: o médico e Paul McCartney

Há dois anos, o líder dos Foo Fighters caiu do palco e partiu a perna. Há poucos dias, partilhou uma foto com o médico que o ajudou então

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

Dave Grohl partilhou uma foto com o médico sueco que o ajudou em 2015, quando caiu do palco, num concerto na Suécia, e partiu a perna.

Entretanto, o líder dos Foo Fighters, que acabam de lançar o álbum Concrete and Gold, revelou que também Paul McCartney o ajudou a recuperar da lesão.

"Ele e a sua família trataram da minha operação, em Londres. Ainda hoje fico maluco, só de pensar nisso", comentou, em entrevista ao Herald Sun.

"Se não fosse o Paul McCartney, eu não faria música, porque comecei a tocar guitarra com os songbooks e os discos dos Beatles. Mas, se não fosse o Paul McCartney, agora também não estava a caminhar. Ele conhece bons médicos!".

Em entrevista à BLITZ, Dave Grohl comentou o facto de, depois de ter partido a perna, ter continuado a atuar. Veja aqui parte dessa entrevista:

Há dois anos, Dave Grohl mergulhou acidentalmente no fosso de um concerto em Gotemburgo, na Suécia, partindo a perna. Os espetáculos que se seguiram tiveram de ser cancelados, a lesão obrigou a cirurgia mas, na noite da queda, o concerto foi até ao fim, avolumando a lenda de um frontman que encarna como poucos o lema «the show must go on».

Desde então, sempre que um artista cancela um concerto por doença (aconteceu recentemente com Adele, que por problemas com a voz cancelou dois estádios de Wembley), há sempre alguém que, nas caixas de comentários, riposta: «bom, mas o Dave Grohl partiu a perna e deu o concerto até ao fim». «Eu sei, é horrível!», reconhece ele. «E acho que até já escrevi qualquer coisa online, dizendo: "olhem lá, o que eu fiz é um mau exemplo!". Se realmente se magoaram, o mais importante são vocês. Se o tempo [num concerto ao ar livre] estiver fodido, o mais importante são eles [no público]. Às vezes, temos de pensar primeiro em nós e também nos outros todos», alerta. «Mas eu sou maluco!», ressalva, com uma gargalhada e uma baforada do cigarro Marlboro, retirado do maço que repousa em cima da mesa. «Também há essa parte!».