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Músicos reagem a manifestação neonazi em Charlottesville, nos Estados Unidos

Uma pessoa morreu durante manifestação que juntou mais de seis mil ativistas de extrema-direita no estado norte-americano da Virginia

A manifestação que juntou mais de seis mil ativistas de extrema-direita, membros do Ku Klux Klan e supremacistas brancos de toda a espécie terminou este sábado em Charlottesville, no estado norte-americano da Virgínia.

A manifestação visava protestar contra a remoção de uma estátua de Robert E. Lee, general dos Estados Confederados da América durante a guerra civil e símbolo, para muitos, de "orgulho sulista" e "orgulho branco".

O protesto foi considerado ilegal pelas autoridades de Charlottesville, mas nem isso demoveu os manifestantes, que se envolveram em confrontos com vários grupos antifa e ligados ao movimento Black Lives Matter.

Uma mulher de 32 anos morreu após ter sido atropelada por um supremacista branco, que guiou o seu carro em direção a um grupo de contramanifestantes de forma propositada.

O mundo da música reagiu já aos incidentes, condenando não só os manifestantes como o própria Casa Branca - já que Donald Trump beneficiou, nas últimas eleições, do voto de supremacistas brancos. Entre os nomes que publicaram mensagens nas redes sociais criticando o protesto estão John Legend, Hayley Williams ou Mark Ronson.

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