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“Apalpão” a Taylor Swift chega a tribunal

Começou o julgamento que opõe Taylor Swift a um radialista norte-americano

Teve início esta segunda-feira o julgamento que opõe Taylor Swift a David Mueller, um radialista norte-americano, o qual a cantora acusa de assédio sexual.

O caso remonta a 2013, antes de um concerto da cantora em Denver. Swift acusa Mueller de lhe ter colocado a mão por debaixo do vestido e de a ter apalpado num meet and greet.

Num primeiro testemunho, a cantora afirmou que o caso não foi um mero "acidente, foi completamente intencional e nunca estive tão segura de nada na minha vida".

O processo acabou por ser movido pelo próprio Mueller, que perdeu o seu emprego na rádio KYGO-FM devido ao caso, e que rejeita as acusações de Swift, considerando-as "ridículas". A cantora contrapôs, processando-o por assédio e agressão.

Esta segunda-feira, Taylor Swift apresentou-se num tribunal de Denver para se encontrar com o júri encarregue do caso. Vários fãs da cantora concentraram-se entretanto à porta do tribunal, alguns tendo partido do México ou da Venezuela.

No processo, a cantora exige apenas uma indemnização de um dólar, pretendendo que o caso sirva de "exemplo para outras mulheres que possam resistir publicamente a reviver atos humilhantes e chocantes similares".

Swift prometeu ainda que irá doar "toda e qualquer recompensa financeira a associações de caridade e apoio a vítimas de abuso sexual e agressão de género".