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Dentro do NOS Alive há uma rua onde quase tudo se passa

Calçada portuguesa, bancos de jardim, um museu e uma casa de fados. É a rua EDP, no NOS Alive

Rita Carmo

Rita Carmo

Fotojornalista

Entra-se no recinto, vira-se à esquerda et voilá: rua EDP, o cantinho mais "tradicional" do NOS Alive.

Numa rua espaçosa (por enquanto, que a enchente ainda não se verifica), de calçada portuguesa a fingir, encontramos réplicas de casas antigas de Lisboa e comércios vários no rés-de chão: telecomunicações, t-shirts, jornais, roupa, um banco, um café/padaria, calçado... Há um museu - uma versão "portátil" do MAAT -, uma cópia da Central Tejo (antigo Museu da Electricidade), promoções, descontos, selfies e atividades várias. Bancos de jardim ajudam nos momentos de descanso.

Em lugar de destaque, uma casa de fados. Quando a reportagem BLITZ por lá passa, Mário Pacheco dedilha virtuosamente uma guitarra. O espaço está repleto de retratos de vultos do passado (Marceneiro, Amália) e referências do presente (Carminho, Camané). Mais adiante, singularmente, será Miguel Araújo (esse mesmo) a passar por lá. Que fado será o dele?