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Rita Carmo

22 mil estrangeiros no festival NOS Alive

Afinam-se pormenores do festival de Algés. “Convém a pessoa organizar-se, senão aqui dentro vai perder-se”, alerta Álvaro Covões, da Everything Is New, empresa que organiza o evento

Lusa

No Passeio Marítimo de Algés (Oeiras) estende-se a alcatifa verde e erguem-se as últimas estruturas para acolher, a partir de quinta-feira, o festival NOS Alive, numa altura em que se revelam as datas para 2018.

Dezenas de trabalhadores repartem-se para a finalização dos sete palcos e de todas as estruturas que compõem o recinto, que vai acolher as 55 mil pessoas previstas para cada um dos três dias do festival, que esgotou há quase três meses.

"Estamos prontos para receber. Venham os artistas, o público e os cento e tal concertos", resumiu o promotor Álvaro Covões, em entrevista à agência Lusa, no recinto, adiantando já - ao contrário do que aconteceu em anos anteriores - a data escolhida para 2018: de 12 a 14 de julho, no mesmo Passeio Marítimo de Algés.

Por agora focam-se atenções na 11.ª edição, que conta com um aumento de orçamento, para 8,5 milhões de euros, que é canalizado para a composição do cartaz, na contratação de artistas como Foo Fighters, Depeche Mode, The XX, The Weekend, Imagine Dragons, Ryan Adams, Spoon e Fleet Foxes.

"Temos mais de cem artistas, obviamente os cabeças-de-cartaz às vezes têm muito peso, mas não só. As bandas que estão nos vários palcos acabam por ser atrativos", disse. Por isso, o promotor pede aos espectadores que olhem para o cartaz e façam o seu próprio roteiro. "Convém a pessoa organizar-se, senão aqui dentro vai perder-se". Este ano, a organização conta receber cerca de 22 mil estrangeiros, um valor abaixo de 2016, o que significa que há mais portugueses interessados no evento.