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Chegou a História do Rock, a nova revista dedicada à melhor música de sempre. Número 1, sobre 1967, já nas bancas!

Com a chancela da BLITZ, esta revista irá dedicar-se ao melhor que aconteceu em determinado ano. A primeira edição trata exclusivamente tudo o que se passou naquele que muitos consideram ser o ano mais importante da história da música: 1967. Saiba tudo o que nela pode encontrar

Está nas bancas a História do Rock, uma nova revista feita pela mesma equipa da BLITZ e que tratará, em cada edição, tudo o que mais importante aconteceu em determinado ano. Arrancamos com 1967, um ano fulcral em que nomes como Jimi Hendrix, The Doors, Pink Floyd e Velvet Underground lançaram os seus seminais álbuns de estreia e em que foram editadas obras-primas de Beatles e, entre nós, Carlos Paredes.

História do Rock: 1967

História do Rock: 1967

A melhor colheita de 1967 serve-se em partes, numa revista de 100 páginas, já nas bancas, ao preço de €3,90.

Primeiro, apresentamos uma vista geral do ano em que a música mudou, do psicadelismo ao tropicalismo, das revoluções lá fora à inquietação que se sentia cá dentro. De seguida, fazemos um completo levantamento do noticiário nacional e internacional da altura, trazendo também à tona factos e acontecimentos que a memória nem sempre soube cuidar.

Entra em cena Jimi Hendrix, um cometa que chegou a Inglaterra para provar o seu talento e, desde logo, incendiar os palcos de uma nação sedenta de rock.

A Beatlemania já contava alguns anos de fulgor quando os quatro de Liverpool resolveram subir a parada. O resultado é Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, considerado uma obra maior dos Beatles.

Do génio alucinado de Syd Barrett e do seu encontro com Roger Waters, Richard Wright e Nick Manson nasceu um documento essencial do rock psicadélico, The Piper at the Gates of Dawn, dos Pink Floyd. Mergulhamos nele.

De Venice Beach, em Los Angeles, para o éter de toda uma América (e não só), os futuros "cavaleiros na tempestade" estreavam-se, neste ano, com estrondo. Como se fez The Doors, um monumento da contracultura dos anos 60?

Lou Reed, John Cale, Sterling Morrison, Maureen Tucker e Nico são os artífices por trás de The Velvet Underground & Nico, um dos discos mais influentes da música popular. Viajamos ao tempo do mítico álbum da banana.

Fica para a história como o festival rock que deu origem aos grandes eventos de música como os conhecemos hoje. Em junho de 1967, uma cidade da Califórnia recebia atuações memoráveis de Jimi Hendrix, Jefferson Airplane, The Who e Otis Redding. Contamos-lhe como foi o Monterey Pop Festival.

Em Portugal, o negrume da ditadura salazarista mantinha usos e costumes a um monótono preto e branco. Mas o rock and roll não poderia esperar mais: das cinzas do Conjunto Mistério, nascia o fértil Quarteto 1111. Republicamos um capítulo relevante da biografia As Lendas do Quarteto 1111, de António Pires. Páginas adiante, o mesmo especialista entrevista hoje José Cid, fazendo-lhe a pergunta que se impõe: "Onde é que estava em 1967?". A resposta, que se estende por seis páginas, não se fez esperar.

Continuamos em Portugal - e nos anos 60. Os Beatles tocam na rádio e os concursos de música moderna agitam uma geração que não se contentou em ficar orgulhosamente só. Foram os tempos do yé-yé, aqui devidamente revisitados.

E ainda por cá reencontramos o nosso maior herói da guitarra. Contamos como se fez um dos discos mais importantes da música portuguesa, o magnífico Guitarra Portuguesa, de Carlos Paredes.

Atravessamos o Atlântico. Com o Tropicalismo à porta, chegavam os primeiros discos de Caetano Veloso, Milton Nascimento e Gilberto Gil. Voltamos àquela longa noite de verão do Brasil de há 50 anos.

Não poderia faltar nesta revista a discografia essencial de 1967, uma lista com 30 discos obrigatórios, que vão de artistas como Beatles e Stones a Byrds, James Brown, Jefferson Airplane ou Kinks. Um guia que vai querer manter por perto.

Por fim, dizemos adeus a John Coltrane, um génio do jazz, Otis Redding, um gigante da soul, e Woody Guthrie, um senhor da folk: todos se despediram em 1967 e não mais foram esquecidos.

O número 1 da História do Rock está à venda por €3,90.