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Morrissey critica o governo britânico após o atentado de Manchester

O músico teceu fortes críticas à primeira-ministra britânica, Theresa May

Críticas à primeira-ministra Theresa May, ao presidente da câmara de Londres e à Rainha de Inglaterra: foi assim que Morrissey reagiu ao atentado de Manchester, cidade da qual é natural.

O músico, ex-Smiths, deixou nas redes sociais um comunicado bastante duro para com a generalidade do governo britânico, parecendo até culpá-lo pelo incidente.

"Theresa May diz que estes ataques 'não nos quebrarão', mas a sua vida é vivida numa bola anti-balas. Esta tragédia não a quebrará a ela ou às suas políticas de imigração", começa por escrever.

Sadiq Khan, o mayor londrino, também foi visado por "não condenar o Estado Islâmico", entidade que reivindicou o atentado. E a Rainha de Inglaterra - figura que sempre foi repudiada por Morrissey, ao longo da sua carreira - é criticada por não ter cancelado uma festa marcada para terça-feira, no Palácio de Buckingham.

"Na Grã-Bretanha moderna toda a gente parece petrificar-se antes de dizer em público o que diz em privado. Os políticos dizem que não temos medo, mas eles nunca são as vítimas. É muito fácil não ter medo quando não se está sob fogo, o povo não tem essa proteção", concluiu.

Recorde-se que Morrissey afirmou, no passado, o seu apreço por Nigel Farage, ex-líder do partido de extrema-direita UKIP, e declarou-se a favor do Brexit, em 2016.