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Atentado em Manchester: 22 mortos, entre os quais várias crianças

Bombista suicida detonou dispositivo artesanal em concerto de Ariana Grande

Uma explosão no exterior da Manchester Arena, em Inglaterra, causou a morte a 22 pessoas - entre os quais várias crianças - e pelo menos 59 feridos.

O dispositivo foi detonado por um bombista suicida que morreu no local. A situação ocorreu às 22h30 de ontem, depois de um concerto de Ariana Grande naquela sala, e é considerado pela polícia um atentado terrorista.

A polícia foi chamada às 22h33, depois uma forte explosão sentida na Manchester Arena após Ariana Grande ter terminado o seu concerto e quando milhares de pessoas se dirigiam para a saída da sala. 60 ambulâncias acorreram ao local e mais de 400 polícias fizeram parte da operação.

O chefe da polícia de Manchester, Ian Hopkins, descreve o atentado como "o mais horrífico incidente com o qual tivemos de lidar. Famílias e muitos jovens saíram para desfrutar de um concerto na Manchester Arena e perderam as suas vidas".

Os detectives estão a tentar determinar se o bombista agiu sozinho ou se fazia parte de uma rede.

Foi o pior ataque terrorista em Inglaterra desde os atentados bombistas de Londres, em julho de 2005, na sequência do qual morreram 52 pessoas.

A campanha eleitoral inglesa foi suspensa. Ao início da tarde, o auto-proclamado estado islâmico reivindicava o ataque. A primeira-ministra britânica, Theresa May, diz que já foi identificado o principal suspeito.

Veja aqui vídeos e fotos da noite trágica de Manchester.