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Polícia está a investigar morte de Chris Cornell como “possível suicídio”

“Estamos a investigar [o caso] como possível suicídio, mas temos de esperar [pelas conclusões] do médico legista", disse a polícia de Detroit

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

Chris Cornell, vocalista dos Soundgarden, Audioslave e Temple of the Dog, bem como dono de uma carreira a solo, foi encontrado sem vida, ontem, aos 52 anos.

No primeiro comunicado, a família pedia sigilo, enquanto tentava apurar a causa da morte.

Horas antes de o óbito ser declarado, Chris Cornell dera um concerto esgotado num teatro de Detroit.

Neste momento, a causa da morte ainda não foi confirmada.

Contudo, Michael Woody, porta-voz da polícia de Detroit, disse à agência noticiosa Associated Press que as autoridades encontraram indícios - no quarto de hotel onde Chris Cornell foi descoberto sem vida - que apontam no sentido de o músico se ter suicidado.

A notícia está a ser dada por órgãos de comunicação social como a Billboard.

Neste momento, a polícia de Detroit diz, assim, estar a investigar a morte de Chris Cornell como "possível suicídio".

Ainda segundo aquela força policial, a primeira chamada para o serviço de emergência foi feita pela meia-noite, por uma pessoa que não se identificou e que ligou do MGM Grand Casino, em Detroit.

Na chegada ao quarto de hotel de Chris Cornell, as autoridades encontraram-no já sem vida.

"Estamos a investigar [o caso] como possível suicídio, mas temos de esperar [pelas conclusões do] médico legista, que irá determinar a causa da morte", sublinhou a polícia de Detroit.

A morte de Chris Cornell, de 52 anos, foi considerada "repentina e inesperada" pela sua família. O músico deixa mulher e três filhos.