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Tó Jó, músico de death metal que assassinou os pais, vai sair da prisão

António Jorge cumpriu 18 anos de pena na prisão, saindo em liberdade condicional na próxima semana

António Jorge, mais conhecido como Tó Jó, o músico de death metal que assassinou os pais à facada em 1999, irá sair em liberdade condicional na próxima semana, avançou o jornal Notícias de Aveiro.

Tó Jó foi condenado, em 2001, à pena máxima de prisão - 25 anos -, e cumpriu mais de dois terços dessa pena (18 anos), tendo o seu pedido de liberdade condicional sido aceite pelo Tribunal de Execução de Penas de Coimbra, após um parecer favorável no Ministério Público e de um relatório dos serviços prisionais, confirmou o Expresso.

O vocalista dos Agonizing Terror teve, confirmou o Expresso, um percurso "impecável" e de "sociabilidade", conforme descreve o relatório em questão. Segundo uma fonte oficial, "há mais de um ano que tem saídas precárias, tendo estado a trabalhar na readaptação à liberdade".

O crime remonta a 12 de agosto de 1999, em Ílhavo. Tó Jó, então com 23 anos, matou os pais com 33 facadas, sendo que as autoridades suspeitaram, à altura, do envolvimento da mulher, Sara Matos, e de um amigo, Nuno Lima, não tendo tal sido provado.