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Rita Carmo

Linda Martini hoje no Porto: “Este concerto celebra o primeiro aniversário do disco”

Depois do concerto do ano passado no NOS Primavera Sound, os lisboetas vão regressar ao Porto, desta vez em nome próprio, num concerto que se encontra esgotado. Falámos com o baterista Hélio Morais

Os Linda Martini voltam hoje ao Porto para um concerto de apresentação de Sirumba, o álbum mais recente da banda, editado em abril do ano passado. "Ainda não fomos ao Porto em nome próprio [desde o lançamento do álbum] e finalmente vamos ter essa oportunidade", declarou Hélio Morais à BLITZ.

Sobre o espetáculo, que tem lugar no Hard Club às 22h00, e se encontra esgotado, o baterista Hélio Morais adiantou à BLITZ que “vai ser um concerto típico de Linda Martini". "Vamos fazer um set muito parecido com o do Coliseu [de Lisboa]… Claro que pode haver uma ou outra mexida, mas faz-nos sentido que não seja uma coisa muito diferente, porque estamos a falar precisamente do mesmo disco. Este concerto celebra o primeiro aniversário do disco e surge só agora porque, na altura [do concerto no Coliseu de Lisboa], já tínhamos o Primavera Sound marcado e o festival era muito pouco tempo depois de um possível concerto no Porto", explicou. "Fomos pensando quando é que seria a altura ideal e acabou por surgir esta data, quase um ano depois".

Hélio Morais, dos Linda Martini, em palco no Coliseu de Lisboa, em abril de 2016

Hélio Morais, dos Linda Martini, em palco no Coliseu de Lisboa, em abril de 2016

Rita Carmo

Depois de atuarem na sala mais emblemática da capital, André Henriques, Cláudia Guerreiro, Hélio Morais e Pedro Geraldes já levaram Sirumba a várias salas do país. Sirumba, recorde-se, foi o primeiro álbum da banda a liderar o top de vendas português e tornou-se no passaporte do grupo para o coliseu, “uma sala mítica e onde, de alguma forma, mesmo que secreta, todos desejaríamos tocar em algum momento das nossas vidas”, refere Hélio Morais.

Para os leitores da BLITZ Sirumba foi ainda o melhor álbum produzido em território nacional em 2016. "No próximo disco pode não acontecer nada disto, portanto não podemos ficar agarrados a estas coisas”, acrescenta o baterista em relação ao impacto do álbum.

Morais desvendou também que "depois da Sirumba, começámos a compor muito cedo para um futuro disco". "Diria mesmo que já temos material mais do que suficiente para começar a trabalhar à séria nas canções, mas ainda estamos a fazê-lo com alguma calma e sem grande planeamento", concluiu.

MD