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50 anos de um grande clássico do rock psicadélico: "Surrealistic Pillow", dos Jefferson Airplane

Surrealistic Pillow, dos Jefferson Airplane, saiu a 1 de fevereiro de 1967 e popularizou temas como “Somebody to Love” e “White Rabbit”

O álbum mais emblemático dos Jefferson Airplane, de São Francisco, foi lançado há 50 anos. "Somebody to Love", "White Rabbit", "She Has Funny Cars" ou "Today" são alguns dos temas de Surrealistic Pillow, disco que marcou o movimento hippie da baía californiana e o "Summer of Love".

"Surrealistic Pillow", dos Jefferson Airplane, lançado a 1 de fevereiro de 1967

"Surrealistic Pillow", dos Jefferson Airplane, lançado a 1 de fevereiro de 1967

Em linha com o folk-rock dos Byrds, Bob Dylan e as evoluções operadas pelos Beatles, Surrealistic Pillow, que chegou ao 3º lugar do top americano, é considerado um dos discos mais importantes do rock psicadélico. Trata-se do segundo álbum da banda e o primeiro a contar com Grace Slick como vocalista (substituiu Signe Toly Anderson, que ainda figura num tema do álbum, "Chauffeur Blues").

No álbum figura a formação clássica da banda, que se manteve entre outubro de 1966 e fevereiro de 1970: Grace Slick (voz, teclas, flauta), Marty Balin (voz, guitarras), Jack Casady (baixo), Paul Kantner (guitarra-ritmo) e Jorma Kaukonen (guitarra) e Spencer Dryden (bateria). Dryden faleceu em 2005 e Kantner em 2016; Signe Toly Anderson, primeira vocalista, também morreu no ano passado.

Os Jefferson Airplane foram, nessa fase, nomes cimeiros dos festivais de rock mais importantes dos anos 60: de Monterey, em 1967, a Woodstock e Altamont em 1969.

A banda terminou em 1972 com uma cisão no grupo. Paul Kantner e Grace Slick integraram depois os Jefferson Starship.

Recorde aqui "Somebody to Love" e "White Rabbit" no festival de Woodstock, em 1969.

MD