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Músico sírio pode ser proibido de regressar a casa por Donald Trump

Kinan Azmeh vive nos Estados Unidos da América há 16 anos de forma legal

Kinan Azmeh, um clarinetista sírio com casa em Brooklyn, Nova Iorque, há 16 anos, teme não poder regressar a casa, na sequência das mais recentes políticas sobre a imigração impostas por Donald Trump.

Na passada sexta feira, o presidente dos Estados Unidos da América anunciou que vai recusar a entrada de cidadãos de origem síria e provenientes de outros seis países com população maioritariamente muçulmana em território americano. Esta proibição aplica-se também a quem tenha passaportes válidos ou vistos de residência.

Azmeh esteve na China e na Dinamarca em digressão com o violoncelista Yo-Yo Ma e, neste momento, encontra-se em Beirut, no Líbano, também em trabalho. O seu regresso está previsto para esta semana e a Associated Press revelou que o músico não tem um "plano B" se o seu regresso a casa não for permitido.

Há três anos, a sua permanência nos EUA foi permitida por um documento que atesta as suas "habilidades extraordinárias" na música e, em esclarecimentos prestados sobre casos semelhantes a este, os assessores de Trump garantiram que apenas uma pequena parte dos imigrantes irá ser afetada por esta medida.

MD