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CD Frankie Chavez grátis com a BLITZ de fevereiro. Já nas bancas!

Álbum ao vivo do músico português é à borla com a BLITZ. Conheça-o aqui

Ao Vivo em Coimbra é o primeiro disco ao vivo de Frankie Chavez, disponível gratuitamente com a BLITZ de fevereiro, que já se encontra nas bancas.

São oito canções gravadas ao vivo no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra, em outubro de 2014. Veja aqui a capa do disco e o alinhamento do mesmo, com a devida contextualização faixa a faixa a cargo do próprio músico.

1. I Believe I’ll Dust My Broom
É dos meus temas favoritos do Robert Johnson, de quem há poucas gravações – e dessa música, tocada por ele, deve haver uma ou duas. A atitude com que toca esse tema, para mim, é especial. Quis prestar-lhe tributo, mas sem fazer igual – até porque é muito difícil tocar como ele.

2. Long Gone
Dá-me imenso gozo tocar ao vivo porque, em termos técnicos, ou funciona muito bem ou funciona pessimamente. Neste concerto estava com banda mas, quando toco em duo, uso um loop. Meto o loop a arrancar no segundo refrão e depois tem de bater certo, tenho de fazer um solo em cima do loop e, se não corre bem, o que acontece às vezes, é um desastre. (risos)

3. Nazaré
Quando a toco, principalmente fora de Portugal, noto uma entrega geral por parte das pessoas. O pessoal fica mesmo: o que é isto que eles estão a fazer? E eu gosto imenso dessa reação. Toda a história de como cheguei até ao tema – ligado ao mar e às ondas grandes da Nazaré – é muito fixe. Quando toco, penso nisso.

4. The Search
Foi o primeiro tema que tive a passar numa rádio, por causa do campeonato de surf, do primeiro evento do WTC que se fez cá, em 2009. Escrevi o tema para o evento, a pedido da organização. Tinha a malha e depois escrevi uma letra sobre o que seria a vida de um surfista, fazendo um paralelo com a vida de um músico, de andar sempre na estrada, de um lado para o outro. Foi a primeira música a abrir um espectro para aquilo que queria fazer neste projeto.

5. Her Love
É um tema pesadão – estive até à ultima a pensar se iria para o disco ou não. Mas é um género de que também gosto muito, uma coisa mais stoner, e que me dá imenso gozo tocar ao vivo, tanto em duo como em trio como em quarteto… como sozinho no quarto. (risos)

6. Dreams of a Rebel
Foi a primeira vez que tive um baterista a tocar comigo e logo o Kalú! A letra fala de bater com a porta e dizer: estou cá e quero fazer isto. Quis alguém que tivesse essa atitude e o Kalú pareceu-me o gajo indicado.

7. Fight
É um tema importante: o primeiro single do Heart & Spine, que resume a ideia do disco, que passa pela luta. Eu ando nisto há pouco tempo, comparando com o Legendary Tigerman ou o Tó Trips, por exemplo, que andam aqui há muitos anos a lutar por fazerem música e a tentar que o pessoal os ouça. Aqui mostro a minha admiração por esses guerreiros que andam cá há mais tempo do que eu.

8. Voodoo Mama
Começou como uma jam de uma série de coisas, desde Jimi Hendrix a John Lee Hooker. Fartei-me de a tocar ao vivo, quando ainda nem tinha letra, e quando fomos para estúdio gravar já tinha uma personalidade própria. É uma música sem cenas escondidas, bastante direta. E data da altura em que tive o primeiro filho – está relacionada com isso, com a vida.

A BLITZ de fevereiro de 2017 (capa: Os Novos Donos Disto Tudo) já se encontra nas bancas, ao preço de €4,90.