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Empresário brasileiro ganha ação milionária contra os U2

Franco Cecchini Bruni Neto havia processado a banda irlandesa por difamação

O empresário brasileiro Franco Cecchini Bruni Neto venceu, esta semana, o processo judicial que o opunha aos U2.

O caso remonta a 1998, quando Neto organizou o primeiro concerto de sempre dos U2 no Brasil. Em 2003, após o baterista Larry Mullen Jr. ter dado uma entrevista ao jornal O Globo, em que afirmava que a banda não havia recebido o cachet estipulado, Neto processou não só o músico como também o jornalista e o jornal.

Oito anos depois, o empresário venceu esse processo, tendo Mulen Jr. sido condenado ao pagamento de 800 mil reais (225 mil euros). Contudo, Neto não se deu por satisfeito com o desfecho, tendo apresentado recurso - o que levou o juiz desembargador Joel Figueira a incluir, também, o vocalista Bono no processo, tendo ilibado o jornalista d'O Globo.

O resultado desse processo resultou em nova vitória para o empresário, que receberá dos U2 uma soma a rondar 1,5 milhões de reais (422 mil euros), que poderá chegar até aos 5 milhões (1,5 milhões de euros). A banda irlandesa poderá, contudo, recorrer para o Supremo Tribunal Federal do Brasil.

Franco Neto alegou que as declarações de Mullen Jr. haviam prejudicado a sua carreira no mundo do espetáculo, tendo "minado" a sua reputação. O empresário também moveu processos contra outros integrantes da banda, bem como contra os empresários Paul McGuinness e Arthur Flogel, da empresa Live Nation, devido a declarações destes que punham em causa a sua idoneidade.