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Phil Collins e os momentos baixos: “Se eu fosse guionista, matava a minha personagem num acidente de viação”

Em entrevista à BLITZ (edição de novembro, já nas bancas), o músico inglês recorda as alturas da sua vida em que - afirma desassombradamente - estava farto de ser “o sacana do Phil Collins”

Estrela improvável nos anos 80, o artista que o mundo conheceu como baterista dos Genesis chegou ao cume da montanha, mas o mundo fartou-se dele e empurrou-o daí abaixo. No ano em que relança todos os discos, uma recolha de singles e - agora mesmo - a sua autobiografia, descobrimos um homem sensível, ainda desconfiando dos seus feitos. De saco de pancada a figura incontornável: tudo é possível para Phil Collins.

Em conversa com a BLITZ, falou do regresso, das canções que se eternizaram e das que mereciam melhor sorte, das histórias de "Not Dead Yet" (o livro de memórias) e, claro, dos momentos mais difíceis. É sobre este último aspeto os excertos que a seguir se publicam:

"Eu sou demasiado sensível, tenho esta 'coisa'. (...) Percebo o ceticismo que reina face a tudo o que fiz. A exposição, as vendas, por aí fora. Apareci em todo o lado, trabalhei com esta pessoa, depois com aquela... Fiz o Live Aid não uma mas duas vezes! (...) O sacana do Phil Collins estava sempre lá!"

"É difícil quando se começa a simpatizar com as pessoas que não gostam de ti. Alturas houve em que se eu fosse guionista, tirava a minha personagem deste filme. Dava-lhe umas férias e matava-a num acidente de viação. O Phil Collins estava a atrapalhar a minha vida".

Leia a entrevista completa na BLITZ de novembro, já nas bancas.