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António Zambujo comenta 28 coliseus: “Juntámos os amigos, uns copos de vinho tinto e procuramos divertir-nos”

Com Miguel Araújo, Zambujo quebrou recordes. E comenta o sucedido no seu Facebook

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

António Zambujo, que recentemente pôs termo a uma maratona inédita de quase 30 concertos nos coliseus de Lisboa e Porto, com Miguel Araújo, refletiu sobre o fenómeno no seu Facebook.

O músico de Beja, que em breve lança um disco de homenagem a Chico Buarque, confessa que tem tentado encontrar "uma explicação" para o sucedido.

"No inicio, quando ainda só tínhamos três ou quatro datas esgotadas, procurava justificações nas qualidades do Miguel Araújo, no apoio da Rádio Comercial, no profissionalismo da equipa que trabalha connosco e de ser fruto da digressão que tínhamos feito a solo pelo país. Depois, e num ápice, tínhamos dez, onze, doze, treze datas esgotadas. Aí, desculpava-me dizendo que nós tínhamos tido sorte", escreve António Zambujo.

Quando "a coisa descambou em 28 datas", o cantor começou a pensar que talvez o sucesso da empreitada se devesse ao caráter descontraído da mesma.

"Recebi todas as noites o Miguel em palco como o recebo sempre em minha casa e como ele me recebe a mim em casa dele. Juntámos os nossos amigos, uns copos de vinho tinto e só procuramos divertir-nos. Foi isso que aconteceu".

Veja aqui a mensagem completa.