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Corey Taylor, dos Slipknot

Getty Images

Slipknot pensaram em acabar depois do primeiro álbum

Corey Taylor revelou recentemente que Iowa quase esteve para não acontecer

A história do metal na viragem do milénio poderia ter sido muito diferente caso os Slipknot não tivessem editado Iowa, o seu segundo álbum. Contudo, foi isso que esteve para acontecer.

Numa nova entrevista, o vocalista Corey Taylor revelou que a banda norte-americana esteve para acabar após o lançamento do seu álbum homónimo, em 1999. "Seria um enorme 'vão-se f****' para a indústria musical", disse. "Ia ser tipo Sex Pistols: fazer um álbum monstruoso e depois dizer 'é só isso que vão ter'".

Iowa, casa de clássicos como "People = Shit" ou "The Heretic Anthem", celebra este ano 15 anos de existência. Na mesma conversa, Taylor revela que a sua mentalidade, à altura, era a de chocar as pessoas. "Uma parte de mim pensava 'que se lixe esta gente, que se lixem os fascistas, vamos a isso'", contou.

O vocalista comparou-o ainda ao primeiro álbum dos Slipknot: "O primeiro disco é bastante feroz, mas ainda tem uma qualidade mais leve. O Iowa era um inferno enorme", disse. 15 anos depois, a sua força não se parece ter perdido - pelo menos para Corey Taylor. "Se fosse lançado hoje dizimaria tudo. Seria uma bomba nuclear num campo de girassóis", rematou.