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Donald Trump voltou a usar “We Are The Champions”, dos Queen, sem permissão

A banda britânica insurgiu-se uma vez mais contra o candidato à presidência dos EUA

Donald Trump foi esta semana nomeado pelo Partido Republicano como o seu candidato às presidenciais, que ocorrem em novembro. E, como muitos - e até como o próprio já o havia feito em comícios - voltou a celebrar mais uma vitória pessoal ao som de "We Are The Champions", dos Queen.

A banda britânica, essa, já se insurgiu contra o que considera ser uma utilização indevida da sua mítica canção. Ontem à noite, os Queen esclareceram, através das redes sociais, que não deram permissão a Trump para usar "We Are The Champions" na convenção.

Se em junho havia sido o guitarrista Brian May a erguer a sua voz contra o candidato, desta feita foi Adam Lambert, vocalista convidado, quem comentou a situação. O músico partilhou na sua conta oficial do Twitter uma imagem de Freddie Mercury com uma mensagem muito crítica para com o Partido Republicano em geral: "Se o teu partido passa décadas a tratar homossexuais como cidadãos de segundo grau, não tens o direito de usar a música do Freddie Mercury na tua convenção".

Também a Sony/ATV Music Publishing, responsável pelo catálogo dos Queen, lançou um comunicado expressando a sua "frustração" com a recusa de Donald Trump em deixar de usar a canção e esclarecendo que "os Queen não querem que a sua música se associe a qualquer debate político, em qualquer país".