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O Sol da Caparica: Rui Veloso, há 35 anos a eletrificar Portugal

É um dos nomes grandes do festival da Margem Sul do Tejo, subindo ao palco principal do evento a 13 de agosto. A edição de 2016 de O Sol da Caparica é apresentada oficialmente esta quinta-feira

No ano passado, comemorou 35 anos de canções com grandes concertos no Porto e em Lisboa. Na Invicta onde foi criado, tocou para uma Avenida dos Aliados a transbordar a poucos dias do feriado de São João: na capital, teve por sua conta a maior sala, a MEO Arena. em novembro último.

Em 1980, Rui Veloso escancarou as portas do nosso país a uma nova sonoridade: eléctrica, que falava a nossa língua, que nos apresentava "cromos" que todos conhecíamos da nossa rua. O primeiro desses cromos foi "Chico Fininho" e desde então a "caderneta" de Rui Veloso tem-se enchido de outras grandes canções que o país tem sabido cantar a uma só voz: de "Sei de Uma Camponesa" a "A Gente Não Lê", de "Porto Covo" a "Porto Sentido".

Desligado dos álbuns de originais desde 2005, ano em que lançou "A Espuma das Canções", o músico nascido em Lisboa há 58 anos tem vindo a revisitar alguns dos seus maiores sucessos, esperando-se que no festival O Sol da Caparica - que tem lugar na Costa de Caparica, de 11 a 14 de agosto - apresente um alinhamento em regime "best of".

O festival da Margem Sul do Tejo tem já confirmados, além de Veloso, Ana Moura, The Gift, Orelha Negra, C4 Pedro, O Rappa e Mundo Segundo & Sam The Kid.

O passe de 4 dias para o festival está à venda ao preço de 35 euros, enquanto o bilhete diário custa 15 euros.