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Kanye West processado por disponibilizar o seu álbum na Apple Music

Um fã de West processou o músico após The Life of Pablo ter deixado de ser exclusivo do Tidal

A 15 de fevereiro, Kanye West escrevia no Twitter que The Life of Pablo, o seu novo álbum, "nunca iria estar [disponível] na Apple. Só o poderão ouvir no Tidal". Terá sido esta revelação que levou milhões de pessoas a subscrever a plataforma da qual Kanye é accionista: à boleia de The Life of Pablo, o Tidal angariou cerca de 2 milhões de utilizadores.

Contudo, a "promessa" de Kanye West revelou-se falsa - dois meses depois, The Life of Pablo foi disponibilizado através do Spotify e da Apple Music, já não sendo um exclusivo do Tidal.

É precisamente essa não-exclusividade que levou um fã de Kanye a processá-lo. Justin Baker-Rhett, de São Francisco, diz que foi "enganado" pelo músico para que subscrevesse o Tidal, baseando-se na premissa de que The Life of Pablo só poderia ser ouvido nessa plataforma.

E, tal como o álbum às plataformas de streaming, o processo não é exclusivo de Kanye West: também o Tidal está a ser processado por Baker-Rhett, que pede a um juiz que obrigue a empresa a apagar os dados de milhões de utilizadores que subscreveram o serviço. Com o "logro", o Tidal terá faturado cerca de 74 milhões de euros, diz.

O advogado de Baker-Rhett, Jay Edelson, mostra-se confiante. Em comunicado, Edelson disse acreditar "conseguir provar a um júri que o Sr. West e o Tidal enganaram milhões de pessoas, para que subscrevessem o seu serviço".